<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Opinião de Valor &#187; Competitividade</title>
	<atom:link href="http://www.opiniaodevalor.com.br/tag/competitividade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.opiniaodevalor.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 26 May 2010 00:42:20 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>RATOS descontentes viram-se contra GATOS gordos</title>
		<link>http://www.opiniaodevalor.com.br/geral/ratos-descontentes-viram-se-contra-gatos-gordos/</link>
		<comments>http://www.opiniaodevalor.com.br/geral/ratos-descontentes-viram-se-contra-gatos-gordos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 23:28:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[]]></category>
		<category><![CDATA[Competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.opiniaodevalor.com.br/geral/ratos-descontentes-viram-se-contra-gatos-gordos</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água.”
( Thomas Fuller)
Por Adm. Marizete Furbino
As bases da administração do séc.XIX foram ditadas por Taylor, Fayol e Ford, onde o empregado era visto como indivíduo resistente, cujos esforços precisavam ser predefinidos, monitorados, e sancionados.
No séc.XIX – viu-se a emergência do empreendedor de negócios.
A partir do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<strong><font color="#ff6600">Enquanto o poço não seca, não sabemos dar valor à água</font></strong>.”<br />
( Thomas Fuller)</p>
<p>Por Adm. Marizete Furbino</p>
<p>As bases da administração do séc.XIX foram ditadas por Taylor, Fayol e Ford, onde o empregado era visto como indivíduo resistente, cujos esforços precisavam ser predefinidos, monitorados, e sancionados.</p>
<p>No séc.XIX – viu-se a emergência do empreendedor de negócios.</p>
<p>A partir do séc.XX – viu-se a emergência do empreendedor de vida, aquele indivíduo que participa ativamente da construção e sustentação de uma identidade própria, aquele indivíduo que sabe aonde quer chegar consciente de seu percurso e sabedor de seus objetivos e metas.</p>
<p>No séc.XXI – o indivíduo que faz parte da empresa não será visto como um objeto e sim como sujeito valioso de toda história organizacional. Além do bom atendimento, querem e exigem consideração. A gestão se baseará em compartilhamento de poder, confiança, negociação, reciprocidade, compromisso e envolvimento.</p>
<p>Presas às rápidas mudanças, as micro e macro empresas enfrentam grandes desafios à sua consolidação no mercado, sentem necessidades emergentes de  adequação,  caso contrário estarão fadadas ao fracasso.</p>
<p>Os funcionários, agora denominados colaboradores, sentem necessidade de participar ativamente do processo de gestão, dando suas contribuições, opiniões e sugestões, enfim, exigem ciência de onde trabalhar na empresa, o que fazer, como, quando e porque fazem tais ações. São conscientes que fazem parte da empresa, são na verdade colaboradores empreendedores, fazendo jus ao título de “colaborador”. É preciso que não haja descontentamento por parte de quaisquer Stakeholder, pois, isso poderá comprometer toda organização.</p>
<p>A organização do séc.XXI é consciente de que o maior capital dentro de uma empresa chama-se capital intelectual, portanto considera as pessoas como seu maior bem, um patrimônio intangível. Sabedora de que o conhecimento faz parte do capital intelectual e que ele se concentra nas pessoas, valoriza em demasia cada colaborador, desde o mais baixo escalão até a direção da organização, sem distinção.</p>
<p>Portanto, a empresa do séc. XXI considera seu colaborador como um ser biopsicossocial,  que possui anseios, necessidades e talentos próprios e que se não cuidar bem deste patrimônio, corre o risco de naufragar no mercado, já que cada profissional ali existente contribui e muito para o desenvolvimento organizacional.</p>
<p>É preciso que se tenha cuidado ao recrutar, selecionar e manter seus colaboradores, investindo mais e mais nos mesmos, pois se sabe que, investindo nas pessoas que fazem parte da organização, o gestor estará investindo na própria empresa, uma vez que tais pessoas irão aplicar os conhecimentos adquiridos em prol da empresa de que fazem parte, contribuindo assim, para que a empresa se solidifique neste mercado cruel, onde a competitividade é tão acirrada. Portanto, o capital humano, faz todo o diferencial para uma empresa, constituindo-se em uma vantagem competitiva.</p>
<p>Concluímos que é de extrema importância, que a empresa reconheça os colaboradores como um patrimônio intangível valioso, que a participação efetiva dos mesmos é necessária para que a empresa tenha sucesso neste mercado cruel onde a competitividade é tão acirrada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.opiniaodevalor.com.br/geral/ratos-descontentes-viram-se-contra-gatos-gordos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
