Networking: Um Grande Capital!

Procure relacionamentos e comunidades que reforcem seu compromisso de adotar escolhas que promovam a vida“.
(David Simon)

A palavra networking traz em seu cerne um conceito de grande valia para o profissional do século XXI, pois, diante deste mercado altamente competitivo, repleto de mudanças e incertezas, sua rede de contactos e/ou rede de relacionamentos, pode ser considerada um grande capital, uma vez que contribui para abrir caminhos no momento em que oferece e multiplica as possibilidades advindas das informações e dos conhecimentos das pessoas que fazem parte desta rede, minimizando riscos e maximizando oportunidades no que tange à sua carreira profissional e aos negócios; portanto, o profissional que está atento ao mercado deve preocupar-se em criar condições para montar, manter e expandir sua rede de contactos, demonstrando sempre estar aberto e bem disposto em conhecer novas pessoas, buscando novos relacionamentos, tendo a cautela de trabalhar sua rede de contactos com muita sabedoria, integridade, autenticidade, ética e transparência, cultivando-a e cativando-a, cuidando sempre para que a mesma cresça e fortaleça a cada dia, consolidando assim, em um forte capital social.

Estamos diante de um novo cenário de mercado, cenário este que com a globalização passou a ser sem fronteiras, onde o ser humano é considerado um grande capital intelectual e o fator sine qua non de sucesso advém dos “relacionamentos”; sendo assim, este próprio cenário, além de “empurrar” o profissional para resgatar o “como viver e trabalhar em equipe” exige também que este profissional seja pró-ativo em meio a tantas mudanças e incertezas, devendo assim, não apenas saber compartilhar informações e conhecimentos, mas somar esforços e forças em prol de objetivos comuns, com muita competência, idoneidade, interesse, dinamismo, simpatia e empatia, devendo também saber trabalhar seu networking (rede de relacionamentos) de forma a fazer conexões no que tange sua vida pessoal, profissional e organizacional; caso contrário, este profissional estará fadado ao fracasso e terá grande probabilidade de naufragar no mercado.

Nesse contexto, é importante perceber que as pessoas que compõem seu networking se tornarão seus grandes aliados. Buscar o apoio destes integrantes se tornou, além de imprescindível neste cenário cuja competitividade é tamanha e acirrada, um diferencial, uma vez que em meio a inúmeros profissionais bem preparados, especializados, qualificados e competentes, inúmeros currículos chegam às empresas, e estes correm grande risco de serem deletados e/ou engavetados. No entanto, o que faz toda a diferença no momento da contratação e/ou recolocação é a indicação e/ou a recomendação advinda de sua rede de relacionamentos.

Contudo, sua rede de contactos deverá ser escolhida e construída ao longo de sua carreira profissional; caso contrário, não terá o retorno esperado, quando realizada nos momentos considerados cruciais, conduzindo-o ao desespero. Sendo assim, é de suma importância iniciar já sua rede de contactos. Uma das maneiras mais eficazes de iniciar esta rede é integrando-se a grupos que permitam a você iniciar sua rede de relacionamentos, seja grupo de estudo, de dança, de igreja, grupos da mesma especialidade que a sua, etc. Participe também de encontros como em seminários, congressos, conferências, coquetéis, jantares e outros. Durante esses encontros, é de extrema importância que você tome iniciativas e além de realizar a troca de cartões de visitas e, no momento certo, procurar demonstrar com sutileza seus pontos fortes, bem como suas características e qualidades, para assim, ser lembrado em momento a posteriori.

Como se nota, nesta caminhada, o profissional deverá ser atencioso e cortês para com todas as pessoas, respondendo em tempo hábil os e-mails recebidos, retornando telefonemas, agradecendo os convites; enfim, o profissional deve perceber que a educação e a simpatia nos dias atuais se tornaram também um diferencial. A isto denomina-se elegância, que obviamente não se resume ao ato de se vestir adequadamente ao momento, mas principalmente ao comportamento e ao caráter da pessoa. Assim, falar e olhar diretamente nos olhos do outro demonstrando interesse, não se vangloriar de dinheiro ou conquistas financeiras, evitar comentários maldosos sobre terceiros, tudo isso é elegante e tem valor inestimável para se construir uma rede de contatos ou networking.

Nesse sentido, sob o ponto de vista corporativo, é de suma importância que os empreendedores percebam que seu networking é de grande valia também no que tange a vida corporativa, uma vez que sua empresa através desta valiosa ferramenta terá a possibilidade e a oportunidade de obter grandes negócios, alcançar novos mercados, ganhar notoriedade, realizar grandes parcerias, captar recursos humanos talentosos e se prosperar, através das informações, dos conhecimentos e relacionamentos advindos desta mesma rede, o que irá contribuir para impulsionar sua empresa a um crescimento futuro.

Somados a isso, é importante enfatizar que os profissionais, assim como as empresas que não criarem e/ou não cultivarem seu networking, além de não progredirem, correm sério risco de estagnação, e naturalmente podem ser esmagados pelo mercado, uma vez que toda relação nesta área depende em demasia de tê-la previamente construído.

Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br

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    Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite“.
    Peter Drucker

    13º) o devido cuidado e zelo pelo nome - é preciso pensar que temos um nome a zelar; portanto, temos que atuar com muita sabedoria, preocupando-se não só em alavancar o mesmo, mas ter sempre o cuidado de atuar com ética e moral, sendo fiel aos nossos princípios que são norteadores de nossas ações, preocupando-se sempre com a melhoria contínua. Neste mercado globalizado, onde a competitividade é muito acirrada, é de suma importância, que tanto o empreendedor quanto o colaborador enxerguem que a empresa está nas mãos deste último, e que o tempo todo a imagem da empresa está em jogo; sendo assim, qualquer deslize provocado pelo colaborador, poderá ter como conseqüência a morte da empresa para determinado cliente, pois o cliente visualiza TODA a empresa na pessoa daquele colaborador que lhe atendeu; portanto, torna-se imprescindível então que cada colaborador tenha consciência de que a empresa existe porque possui clientes, e se a empresa estiver fadada ao fracasso, seu emprego estará em risco; sendo assim, é necessário dispensar ao cliente toda a atenção necessária a um bom atendimento.

    14º) a valorização dos clientes - no séc. XXI está mais presente do que nunca o fato de que o maior poder se concentra nas mãos dos clientes; conseqüentemente, é de fundamental importância que, além de conhecer seus anseios, necessidades e desejos, torna-se de forma urgente e emergente a implementação da excelência no que tange ao atendimento.

    15º) a valorização da figura do administrador dentro de qualquer empresa- as organizações devem reconhecer, que o administrador foi preparado para ocupar o seu lugar no mercado e que contratando-o, só se tem ganho, pois, este profissional é capaz de alavancar qualquer organização. O administrador além de atuar com profissionalismo e de preocupar-se em demasia com o seu nome, bem como com o nome da empresa, se preocupa também, com suas atitudes, comportamentos e condutas, pois, sabe que é um ser humano notado e visado dentro e fora da organização, tem consciência que seu estilo influencia o comportamento das pessoas e que qualquer deslize é imperdoável e pode ter a conotação de perdas, caso não sejam condizentes com a política organizacional em que está inserido. Cidadania e ética são palavras que estão presentes de fato na vida profissional de um administrador. É importante lembrar que o administrador é um exímio identificador e solucionador de problemas e que irá alcançar resultado com e através das pessoas envolvidas no processo organizacional. O administrador possui talento e capacidade para interpretar a realidade organizacional, bem como, perceber suas implicações para o futuro, agindo em tempo hábil, procurando fazer do tempo o seu aliado e das pessoas que compõem a equipe verdadeiros parceiros e aliados, proporcionando que a organização atenda as perspectivas destes e que estes atendam as perspectivas da organização. É preciso lembrar que é através do administrador que sua empresa terá chance de fazer o diferencial e alavancar-se no mercado. Portanto, contrate um exímio administrador já!

    É preciso salientar que, se a empresa não se posicionar, perderá seu lugar para o concorrente, estando assim, fadada ao fracasso, pois, correr-se á- sério risco de ser degolada pelo mercado altamente competitivo que ai está. Portanto, torna-se necessário repensar toda a práxis organizacional vigente, fazendo diferente.

    Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
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    Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite“.
    Peter Drucker

    6º) o cuidado e o zelo em prol da comunicação - é através da comunicação que alcançamos sinergia , uma vez que a comunicação nos permite unir forças, promover a integração e o inter-relacionamento entre pessoas e departamentos, permitindo que, todos além de conhecer, atuem de maneira a cooperar e a colaborar, somando forças e caminhando de forma interagida em prol dos objetivos organizacionais, procurando alcançar sempre a obtenção da maximização dos resultados, por meio de um trabalho em equipe. Fazer com que a comunicação flua de maneira satisfatória dentro de uma organização é de suma importância, uma vez que esta poderá determinar o sucesso ou o fracasso das organizações e negócios, influenciando no comportamento dos consumidores e nas relações de trabalho, gerando impacto positivo ou negativo na vida organizacional, quanto aos valores, à política e a cultura organizacional existente.
    7º) a preocupação em fazer com que as ações sejam pautadas na ética e na transparência - para as organizações do séc. XXI a ética não é mais uma opção e sim uma exigência de mercado. Através da ética, a organização realiza seu diferencial, ganhando respeito, confiança e credibilidade, portanto, tornou-se uma questão de sobrevivência. No mercado atual, o gestor deverá adotar sempre o comportamento ético, uma vez que este, além de render bons resultados, agrega valor à imagem da organização, portanto, ter consciência, tomar a decisão em ser ético e internalizar dentro da organização tais valores, trabalhando em prol da ética, constitui então, mais que um diferencial, constitui um compromisso que deverá assumir o gestor com a organização, enxergando a relevância da ética dentro de quaisquer organizações, comprometendo-se com os preceitos morais e preocupando-se cada vez mais com a questão dos valores, das condutas, dos princípios, dos comportamentos e do respeito, tornando-se imprescindível a ética dentro de uma organização, uma vez que o mercado está cada vez mais exigente e imagem é tudo. Torna-se necessário rever alguns princípios impregnados ainda em algumas organizações, que ainda existem e norteiam ações, tais como, a corrupção, o desejo de alcançar mais e mais não se importando com o como, a ausência do respeito mútuo, a individualidade, o egoísmo ainda enraizado em muitas organizações e que servem como erva daninha para as mesmas.
    8º) a preocupação com o comportamento e com a atitude - com a competitividade cada vez mais acirrada, diplomas e mais diplomas não conta tanto, como no século anterior, o que se avalia muito, é, se o funcionário faz jus de fato ao titulo de colaborador, ou seja, se é realmente um intra-empreendedor, um colaborador pró-ativo, que possui iniciativa, visão do cenário de mercado, sempre preocupado com seus comportamentos e atitudes, enfim, se é um profissional que cuida da organização e executa ações como se o empreendimento fosse seu, enxergando-o com olhos não vendados e sim bem abertos, procurando agir sempre com ousadia, criatividade, inovação, se antecipando aos fatos, buscando mais e mais conhecimentos para alcançar eficiência e eficácia, procurando assim, fazer o diferencial. Por outro lado, é preciso que as organizações propiciem e incentivem um clima organizacional, onde possam implementar o empreendedorismo e o intra-empreendedorismo.

    9º) a humildade , ousadia e energia - em meio a este cenário competitivo, humildade, ousadia e energia se tornaram a trilogia do momento, pois é preciso que se tenha humildade para reconhecer os erros e realizar os acertos; humildade para reconhecer que não somos o dono da verdade e que precisamos atuar dentro da organização de forma mais amena, realizando parcerias com todos os envolvidos no processo, procurando sempre realizar o trabalho em equipe, pois assim teremos um resultado grandioso. É preciso que se tenha ousadia para alcançar as realizações, para fazer de fato acontecer, e é preciso também que se tenha energia, disposição e muito fôlego para atuar com afinco, dedicação e muita sabedoria, e assim alcançar a eficiência e eficácia; caso contrário, correr-se-á sério risco de ser literalmente esmagado pelo mercado, degolado e engolido pelo cenário que aí está. Torna-se imprescindível ser excelente no que se propõe a fazer. É preciso romper com o passado e se predispor a mudar.

    10º) a conscientização de que cooperação, colaboração e confiança se tornaram palavras de ordem no séc.XXI - para que a organização alcance um diferencial no mercado, é preciso que funcione como um ser humano, além de viva e atuante, funcione de forma integrada, interagida e interligada, de modo que, todos os envolvidos no processo organizacional realizem de fato cooperação e colaboração. Torna-se imprescindível somar forças. Torna-se imprescindível realizar a descentralização de ações, bem como de responsabilidades, através de uma relação de confiança entre todos os envolvidos.

    11º) a preocupação com o clima organizacional, procurando manter o equilíbrio emocional- equilíbrio emocional se tornou palavra de ordem e manter-se neste estado, em momentos de conflito e tensão, constitui um dos quesitos indispensáveis para se fazer uma ótima administração. As tribulações, que porventura surgem, no decorrer da caminhada, dentro de qualquer organização, contribuem e muito no que tange ao crescimento pessoal, pois, ensina-nos a vencer nossas próprias limitações e a continuar vivendo com determinação e coragem, melhorando muito enquanto pessoa e enquanto profissional.

    12º) a implantação da política do “ganha-ganha” -valorizar a organização, o ambiente de trabalho, valorizar todas as pessoas envolvidas, primar pela ética, pela boa convivência e pelo respeito mútuo, realizando sempre a política do “ganha –ganha”, ou seja, a organização satisfaz as reais necessidades do colaborador e este satisfaz as reais necessidades da organização, portanto, de suma importância neste mundo globalizado.

    Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
    Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
    Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br

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    Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite“.
    Peter Drucker

    Para que a empresa possa deslanchar neste mercado globalizado e altamente competitivo, em busca de eficiência e eficácia em suas ações, alcançando o rebento denominado sucesso é preciso prestar mais atenção, repensar sua práxis organizacional e considerar alguns pilares, que poderão ser considerados esteios em todo processo organizacional, tais como:

    1º) a valorização do colaborador como o maior patrimônio da empresa- o indivíduo que faz parte da empresa não deverá ser visto como um objeto e sim como sujeito valioso de toda história organizacional. Além do bom atendimento, querem e exigem consideração. A gestão deverá se basear em compartilhamento de poder, confiança, negociação, reciprocidade, compromisso e envolvimento. É preciso que a empresa reconheça os colaboradores como um patrimônio intangível valioso e que a participação efetiva dos mesmos é necessária para que a empresa tenha sucesso neste mercado cruel onde a competitividade é tão acirrada. Nos momentos de crise, devem ficar “antenados” quanto ao seu maior patrimônio “as pessoas” e não desfazerem destas. Lembrar sempre que, as pessoas são os pilares ou esteios que sustentam uma organização e que ao desfazerem destas, a tendência é submergir, contribuir para que a organizar chegue ao caos.

    2º) o investimento nos recursos humanos e em tecnologia - sabemos que hoje, a maior commodity de uma empresa chama-se conhecimento, e é através deste que as organizações conseguem galgar vôos e se tornarem sólidas neste mercado onde a competitividade é tão acirrada, portanto, deverá a empresa se preocupar em investir em seus recursos humanos, assim, estará investindo em sua própria empresa. O investimento pesado, nos Recursos Humanos e na tecnologia da informação, se tornou o grande aliado da organização que deseja pelo menos, sobreviver no mercado, pois, o conhecimento e a informação passam a ter uma nova conotação, passando a serem os pilares da organização, gerando o rebento denominado produtividade. Neste mercado, inovação é uma palavra de conotação muito forte, e esta aparece atrelada ao conhecimento e à informação, que juntas, são capazes de gerar vantagem competitiva.

    3º) a busca constante em prol da melhoria contínua e da motivação - ter vontade e querer melhorar continuamente é preciso, tanto em âmbito pessoal, quanto em âmbito profissional, portanto, preocupar-se com a melhoria contínua significa preocupar-se com a sobrevivência, pois, esta contribui e muito para alavancar uma organização. Preocupar-se em fazer melhor todos os dias tornou-se extremamente necessário. Uma boa política organizacional, atrelada a um ambiente de trabalho motivador, juntamente com uma ferramenta valiosa de gestão “Balanced Scorecard”, resultam em uma verdadeira estratégia de sobrevivência. Com isso, sua organização terá as condições necessárias para promover a melhoria contínua do desempenho e do aumento da produtividade, com maior valor agregado e com qualidade, permitindo além do alto índice de competição, trilhar pelo caminho da excelência. Lembrar sempre que a motivação gera uma força motriz que impulsiona o agir, portanto, o colaborador estando motivado, terá motivos para agir, e este é o segredo! A empresa deve então sempre incentivar o colaborador; assim, terá colaboradores motivados e obterá resultados esperados.
    4º) a preocupação em transformar gerentes em grandes lideres - para alcançar sucesso dentro da organização é preciso que transforme gerentes em grandes lideres, uma vez que estes além de comprometidos e envolvidos com toda organização, será sabedor da importância da descentralização e delegação de tarefas, criando um vinculo de confiança entre todos os envolvidos no processo, e o resultado será um só: aumento de produtividade com qualidade. Um grande líder, além de saber selecionar, recrutar, colocar o colaborador certo no departamento certo, sabe verificar se conhecimento e perfil estão condizentes com atribuição e cargo. Um grande líder sabe capacitar, manter e reter o colaborador dentro da organização. É sabedor que, cada ser humano é único, cheio de anseios, desejos, competências e talentos, portanto, todos têm muito a contribuir com a organização, basta serem inseridos nos devidos lugares.
    5º) a preocupação em fazer parceria e formar alianças- como em um casamento - é de suma importância que exista entre todos os colaboradores e a empresa, o amor e o desejo de sempre querer continuar, alimentando o sentimento através de atitudes que expressam e contribuem para manter um relacionamento, tais como: respeito, confiança, carinho, admiração, fidelidade, criatividade, transparência nas ações, muito diálogo, comunicação, maturidade, e atuar em prol da conquista sempre. Caso contrário correr-se-á o risco de chegar à mesmice e desmoronar toda a relação, levando a organização a naufragar. Assim é a vida organizacional, há que se ter, portanto, um casamento perfeito entre colaborador e organização, onde todos os objetivos estejam claros, definidos e sejam por todos perseguidos. Onde cada um sabe exatamente o que fazer para contribuir com o todo, se preocupando em alcançar sempre a eficiência e eficácia nas ações, em prol da qualidade, sabendo exatamente do caminho a percorrer e que estratégias utilizar.

    Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
    Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
    Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br

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  • Um Clichê ainda atual: “A imagem é tudo!”

    Por Adm. Marizete Furbino

    Boas empresas satisfazem necessidades, ótimas empresas criam mercados”.
    (Philip Kotler)

    Século XXI, era marcada por mudanças e incertezas; portanto, as empresas que estão inseridas no mercado deverão ter uma preocupação em comum, que é a preocupação relacionada à imagem da empresa repassada ao cliente.

    É interessante lembrar que a identidade corporativa, além de contribuir em demasia para a consolidação de sua marca no mercado, possui valor significativo no que tange a estratégia em seu negócio. A identidade corporativa e a imagem corporativa fazem toda a diferença no momento da aquisição de produtos e/ou serviços; portanto, ambas devem ser bem construídas.

    A empresa deverá estar consciente que o cliente ao verificar seu produto e/ou serviço, irá imediatamente fazer uma associação à sua imagem, para depois adquiri-lo; portanto, esta deverá passar valores positivos, valores estes que correspondem de fato à imagem não meramente criada, mas sim imagem de fato traduzida ao mercado condizente com sua realidade. Veja bem, a empresa jamais deverá utilizar sua imagem de maneira a ludibriar o mercado, pois, se assim for, além do consumo esperado existir e sobressair por apenas em um determinado período e este ainda ser de curta duração, a empresa ficará comprometida perante o mesmo, quando a verdade vier à tona, correndo-se então o risco de ser esmagada pelo mercado.

    É preciso lembrar sempre que o cliente tem significativa importância no mercado; por isso, torna-se necessário, além de conhecer, entender e atender com eficiência e eficácia o mercado, lembrar a todo o momento que seu produto e/ou serviço deverá atender pessoas, pessoas estas que possuem desejos, anseios e necessidades diversas e que definirão se sua empresa irá permanecer ou não no mercado.

    Por conseguinte, é de suma importância conscientizar-se que o reconhecimento da identidade, bem como da imagem corporativa, estão intimamente ligados às relações existentes entre os clientes internos e externos, e que o poder de uma imagem bem construída advém de um trabalho sério, com respaldo técnico e consistente, principalmente no que se refere às ações, qualidade e resultados, agregando de fato valor ao produto e/ou serviço, procurando fazer uma combinação perfeita, correspondendo às reais expectativas e anseios do consumidor.

    Observa-se que a credibilidade de uma empresa diante do mercado que se encontra, está atrelada à sua imagem, e que o trabalho de construção de uma imagem corporativa em prol da solidez de uma determinada marca exige, além de tempo, responsabilidade ética, seriedade nas ações, comprometimento, envolvimento, dedicação, conhecimento, honestidade, sinergia entre todos os departamentos e envolvidos no processo, de forma que todos trabalhem de maneira integrada, interagida e inter-relacionada, procurando, além de saber ouvir, entender e obter conhecimento, para atuar de forma a transmitir a mesma filosofia da empresa através de uma comunicação eficiente, eficaz, criativa e condizente com a realidade da empresa, construindo e fortalecendo sua marca, buscando sempre atender às reais expectativas do cliente, colocando seus anseios e satisfação em primeiro plano; portanto, constitui um grande desafio, devendo o trabalho de marketing ser obrigatoriamente bem feito, honesto e condizente com a realidade da empresa, e assim, conduzi-la rumo ao sucesso; caso contrário, toda empresa ficará comprometida, percorrendo direção contrária, rumo ao fracasso.

    Nos dias atuais, a marca deixa de ser meramente um símbolo que serve para identificar a empresa, passando a ter uma conotação mais significativa, a de valoração percebida pelo cliente que o induz a comprar os produtos e/ou serviços.

    O exemplo clássico é o do slogan “It’s a Sony!” (É um Sony!), que passa a idéia de credibilidade e qualidade de uma empresa sabidamente sólida e confiável (Sony Corporation). A marca, além de ser o resultado da soma de muitos esforços, envolve sempre muita pesquisa, acentuada preocupação com a qualidade e inovação, para assim, conseguir fazer o diferencial, constituindo-se então em um grande desafio para todos os envolvidos, principalmente para o marketing, sendo seu desafio maior o de garantir o reconhecimento da empresa no mercado, tornando-a, além de conhecida, acreditada e sólida no mesmo, procurando igualmente realizar o trabalho de criação, desenvolver também estratégias para despertar, inserir e manter a marca na mente do consumidor.

    É importante ressaltar que com a globalização a concorrência, além de ser global é acirrada, e para que a empresa pelo menos sobreviva neste mercado de grande competitividade, torna-se necessário realizar uma estratégia de comunicação muito bem feita. A empresa que quiser fazer o diferencial deverá ficar atenta quanto sua estratégia de comunicação, investindo muito e durante anos no marketing e na qualidade de sua produção. É preciso mostrar para o mercado o seu diferencial, pois sabe-se que, além da imagem que se deseja projetar, que deve ser condizente com a realidade da empresa, o que conta é o contacto do cliente com o seu produto e /ou serviço; portanto a empresa, além de ter uma preocupação em demasia com a construção de sua identidade e imagem corporativa, deverá preocupar-se também com a qualidade dos produtos e/ou serviços por ela ofertados, pois, sabe-se que a imagem é fator decisivo no reconhecimento da marca, mas, sabe-se também que a qualidade é fator decisivo no momento da compra, o que hoje constitui um grande diferencial, transformando-se então em vantagem competitiva e determinando assim a relação custo/benefício, o que contribui para, além de conquistar, reter e fidelizar clientes, manter a empresa sólida no mercado.

    Exatamente por isso, o cuidado da empresa para com a construção e zelo relacionado à sua identidade corporativa, preocupada em estipular e fazer valer alguns valores, responsabilidade ética, princípios, cuidando de sua conduta bem como de sua imagem corporativa é semelhante ao cuidado e zelo relacionado à imagem de um ser humano, pois, além de ser determinante, é de vital importância para sua sobrevivência e /ou permanência no mercado, sendo notado não apenas pelos clientes, mas por todos os stakeholders (clientes internos e externos, colaboradores, fornecedores, comunidade, acionistas, investidores, Governo, concorrentes, enfim, todos que fazem parte do processo), ou seja, são todos que possuem interesse, que influenciam direta ou indiretamente no resultado, e/ou são influenciados pelas ações de uma empresa, de certa forma, interferindo em todo o processo.

    Somado a isso temos que atentar sempre que, na era em que vivemos, verificamos que não existe espaço no mercado para ensaios; portanto, o mercado não permite falhas, o mercado é cruel. Um erro pode ser irreversível e fatal; assim, para evitar futuros transtornos, aborrecimentos e a saída da empresa do mercado, toda atenção é pouca.

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