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	<title>Opinião de Valor</title>
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	<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 00:02:48 +0000</pubDate>
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		<title>Transformando AMEAÇAS em OPORTUNIDADES.</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 00:02:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe
e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve&#8230; e a vida é “muito” para ser insignificante&#8221;
Charles Spencer Chaplin
Em meio à era da incerteza, nada estará garantido; assim, além de depararmos com uma constante competição, deparamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">“Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe<br />
e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve&#8230; e a vida é “muito” para ser insignificante&#8221;<br />
Charles Spencer Chaplin</span></strong></p>
<p>Em meio à era da incerteza, nada estará garantido; assim, além de depararmos com uma constante competição, deparamos também com desafios constantes; e para isso teremos que ser sábios para transformar cada desafio em grande oportunidade de aprendizado e de negócio.</p>
<p>Salienta-se que o seu sucesso dependerá muito da maneira como você irá enxergar e encarar os desafios. Tudo dependerá de sua decisão. Pensando assim, a maneira como você reage a este desafio, é determinante. Se lamentar o tempo todo, provavelmente não irá enxergar as estratégias que terá que traçar e nem o caminho a percorrer; assim, tudo ficará obscuro, levando-o ao fracasso. Caso você se sinta realmente desafiado irá “abraçar” aquela causa, envidar esforços, doar-se em demasia e então, além de enxergar o caminho de forma límpida, identificando e entendendo cada desafio, enxergará e avaliará possíveis determinantes, utilizando estratégias de forma a alcançar a superação; e isto faz do desafio uma grande oportunidade de desenvolvimento e crescimento, revertendo todo o quadro negativo.</p>
<p>Sabemos que as ameaças e os desafios são constantes, e que a competição é diária. Em meio a esta era do terceiro milênio, não há como isentar-se destes. Melhor política é, em vez de reclamar, fazer. Se for imprescindível enfrentar, que enfrente de cabeça erguida, com garra e determinação; portanto, o profissional deverá enxergar as ameaças bem como os desafios, encará-los de frente, desvinculando de seu ser o medo, a insatisfação, a aflição, a angústia, o sofrimento e todo “azedume” que porventura poderá surgir, pois, quando mal conduzidos, os desafios , assim como as ameaças, se tornam fracassos.</p>
<p>Além de ter que banir o medo e a insegurança de sua vida profissional, é preciso se antever aos fatos, enxergando o que ainda não foi visualizado por muitos, trabalhando a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática em prol da agregação de valor do produto e/ou serviço, através do desejo aguçado e da vontade de acertar, neutralizando a ansiedade, o que favorecerá bastante para a construção de algo novo ou inusitado, fazendo assim o diferencial no mercado.</p>
<p>Pensando assim, sabemos que a maneira mais fácil de vencer um desafio reside no amor. Sentir prazer e amor pelo que se faz é a chave de todo o negócio, pois, quando você ama o que faz você desperta o querer que existe dentro de você e a partir daí o caminho, além de ficar largo, fica límpido, fluindo força, coragem, perseverança, determinação e otimismo; por conseguinte, não se deixando abater diante das dificuldades, o que facilita todo o processo.</p>
<p>Somados a isso, o profissional, conhecedor de seus talentos, habilidades, capacidades e conhecimentos, deverá confiar mais em si mesmo. A auto-confiança torna-se fator sine qua non para se alcançar o sucesso. Além disso, devemos ter sempre em mente que os desafios nos revelam oportunidades de desenvolvimento e crescimento, o que contribui para nos tornarmos cada vez melhores no que fazemos.</p>
<p>É preciso lembrar que o que irá determinar o nosso sucesso diante dos desafios chama-se ação. Será a nossa ação que irá reverter todo o quadro presente encontrado. Planejar ações de forma a agregar valor e fazer o diferencial no mercado se torna imprescindível em meio a tantos desafios. Profissionais que não se planejarem correrão sérios riscos de serem esmagados pelo mercado, pois o planejamento é uma valiosa ferramenta de gestão.</p>
<p>Desta forma, ressalte-se também que o planejamento estratégico é de suma importância, uma vez que servirá de bússola, dando rumo à caminhada, proporcionando assim que o profissional seja ágil e pró-ativo, tendo sabedoria para enfrentar as ameaças, aproveitando ao máximo as oportunidades encontradas em meio à “destemperança” do mercado, visualizando e transformando seus pontos fracos em fortes, mantendo o foco e o direcionamento em prol do almejado, mas agindo com rapidez em meio às mudanças.</p>
<p>Por fim, deve-se adotar uma nova postura diante a tantos desafios; e isto se torna, além de imprescindível, emergencial a qualquer profissional que deseja pelo menos sobreviver no mercado competitivo.</p>
<p>À vista do exposto, é importante lembrar que para você vencer qualquer desafio e /ou ameaça você depende de uma e única exclusiva pessoa: você.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>INTRIGA! A erva daninha que destrói uma organização.</title>
		<link>http://www.opiniaodevalor.com.br/geral/intriga-a-erva-daninha-que-destroi-uma-organizacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 13:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Empresa]]></category>

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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[“Um clima saudável aceita a diferença de opinião, a discussão acalorada e até um certo nível de estresse, mas repudia fatos desagregadores como assédio moral, intriga e estrelismos. Coisas assim, não fazem parte da ordem do dia nas empresas que têm, em sua cultura, uma vantagem competitiva”. Eugênio Mussak -Revista VOCÊ S/A (Editora Abril, Fevereiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<span style="color: #ff6600;"><strong>Um clima saudável aceita a diferença de opinião, a discussão acalorada e até um certo nível de estresse, mas repudia fatos desagregadores como assédio moral, intriga e estrelismos. Coisas assim, não fazem parte da ordem do dia nas empresas que têm, em sua cultura, uma vantagem competitiva</strong></span>”. Eugênio Mussak -Revista VOCÊ S/A (Editora Abril, Fevereiro de 2007).</p>
<p>Pode-se afirmar que o século XXI, apesar de ser a era da cooperação, colaboração e união, não impede de surgir dentro da organização a erva daninha da intriga, que caminha de forma aliada com a inveja, e assim, o que se percebe é que a intriga aflora e com toda força, e isso requer de cada profissional a sabedoria no que tange ao seu gerenciamento.</p>
<p>O profissional deve agir com inteligência, não deixando que intrigas, boatos maliciosos e “fofoquinhas” prejudiquem sua vida profissional. A intriga muitas vezes surge devido ao fato da competência e do sucesso alheio que, além de magoar, produz o incômodo de “confrontar” o outro. É desconcertante observar como o sucesso incomoda muita gente incompetente. Se você parar para pensar, você irá perceber que a pessoa que faz intrigas, além de não conseguir fazer com que sua vida profissional caminhe como deseja, não possui sequer produtividade alguma, pois ocupa seu tempo em prol de “armações” tentando prejudicar as demais pessoas. A essas pessoas deve-se dar atenção especial. De início deverá ser tentado um trabalho intensivo (psicológico, terapias outras) no sentido de tentar mudar tal personalidade. Se não conseguir sucesso o único recurso é a demissão, uma vez que tais pessoas são nocivas em qualquer empresa.</p>
<p>O líder tem que ser inteligente e ter essa percepção, identificando o problema e as pessoas, para não deixar que a erva daninha, como a intriga, ganhe força, e, por conseguinte prejudique o ambiente de trabalho e a produtividade, pois, isto causaria um grande transtorno para a organização.</p>
<p>É de suma importância que o líder saiba filtrar o que escuta, tanto dos maledicentes de plantão, quanto o que escuta no corredor, pois deverá ter o máximo de cautela para não prejudicar o próximo e nem ser prejudicado.</p>
<p>Na vida profissional existem profissionais e profissionais; existem os que se entregam de corpo e alma em tudo o que se propõem a fazer, e por conseqüência alcançam o sucesso, e os que nada fazem, mas querem que o resultado “caia do céu”; então costumam querer obter o resultado esperado através da bajulação, através de boatos, traições e intrigas, ou seja, tudo que propõem é tentar derrubar o outro, a qualquer custo.</p>
<p>Podemos dizer que, no mundo dos negócios, esses pobres de espírito de plantão se tornam especialistas em fazer o mal. Esse tipo de profissional faz do mal um hábito, realizando planos mirabolantes, fazendo tudo de forma detalhada, mas não em prol da organização, e sim com o objetivo de “derrubar” o colega, o que é lamentável.</p>
<p>Por este raciocínio percebe-se que o mais interessante é que as intrigas, assim como as fofocas, têm um custo alto, pois o profissional ao fazer a intriga deixa de produzir para dedicar o seu precioso tempo em conspirar contra outros, enquanto a organização perde e muito; por conseguinte, os demais profissionais podem ficar ressentidos e aquele que é vítima da maledicência perde muito no que tange a produtividade, criatividade e melhoria contínua, tornando o ambiente de trabalho, bem como a convivência um grande obstáculo.</p>
<p>É importante ressaltar que o mais curioso é que determinados líderes deixam-se levar por determinados profissionais invejosos e maquiavélicos, não enxergando que o profissional competente prejudicado é de grande valia para a sua organização, e então se deixa consumar o “arrastar do tapete”, sendo que nessa história quem acaba sendo o maior prejudicado, talvez, seja a própria organização, pois, se assim o for, deixa de ganhar um grande profissional, que com certeza contribuiria muito para que sua organização decolasse no mercado.</p>
<p>Sabedor de que o maior bem que uma organização possui são os profissionais que a compõem, este líder deve reconhecer determinados limites e saber de fato gerenciar, mostrando aos “joios” de plantão que, quem é o líder da organização é ele. É ele quem de fato rege a orquestra, pois ele é o maestro da organização e não a erva daninha a ser eliminada; caso contrário, as intrigas e fofocas ganharão força total e irão muito mais além, causando dificuldades e transtornos à empresa.</p>
<p>Nesse contexto, o profissional deve conscientizar que está no serviço para trabalhar, para contribuir com a organização com seus conhecimentos, habilidades e talentos; portanto, está em prol da organização, está sendo remunerado para realizar suas atribuições. E o mínimo que se tem a fazer é esquecer a vida alheia e dedicar-se muito, desempenhando suas funções de modo a alcançar resultados além do esperado; portanto, deve-se manter o foco no trabalho e não nas fofocas e intrigas.</p>
<p>Será necessário enfatizar que, nesta era de desafios, era da incerteza, era de grande competitividade, este tipo de profissional “intriguento”, o qual não se conseguiu recuperar com iniciativas na empresa (já citadas acima), deve ser banido da organização, uma vez que o mesmo não é um colaborador, assim como não representa uma soma dentro da organização, sendo um inimigo da organização em potencial, levando todos, bem como a própria organização, ao inevitável naufrágio.</p>
<p>Isto posto, o líder deverá saber administrar este problema, pois as fofocas e as intrigas irão desencadear conflitos, e se o mesmo não estiver disposto a passar por um estresse e/ou por um desgaste desnecessário, estas intrigas poderão impulsionar a demissão voluntária de um exímio profissional, fazendo assim com que a organização, além de perder grandes talentos, fique comprometida perante o mercado.</p>
<p>Em resumo, todos saem perdendo, quando o propósito é ganhar!</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>Sendo um Líder Visionário!</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 13:14:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;Os grandes líderes são como os melhores maestros - eles vão além das notas para alcançar a mágica dos músicos.&#8221;
(Blaine Lee)
Nos dias atuais, com excessiva competição, torna-se de fundamental importância conhecer e compreender as necessidades dos clientes e ser, além de um intra-empreendedor, um líder visionário, líder este, focado no futuro, possuidor de uma visão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="color: #ff6600;"><strong>Os grandes líderes são como os melhores maestros - eles vão além das notas para alcançar a mágica dos músicos.</strong></span>&#8221;<br />
(Blaine Lee)</p>
<p>Nos dias atuais, com excessiva competição, torna-se de fundamental importância conhecer e compreender as necessidades dos clientes e ser, além de um intra-empreendedor, um líder visionário, líder este, focado no futuro, possuidor de uma visão micro e macro do negócio e do mercado, capaz de discernir e prever se antevendo ao futuro.</p>
<p>Podemos ressaltar que este profissional é indispensável numa empresa que quer ser competitiva no mercado. Para tal, deve-se identificar o profissional que tenha tal talento e tê-lo a todo custo na empresa. Mas deve-se, igualmente, ter extremo cuidado e saber distinguir um “visionário realista” de um “visionário delirante”. Nem sempre isso é fácil, já que a fronteira entre o “ousar de forma conseqüente e com pé no chão” e o “ousar de forma delirante e onírica” é bem tênue. Grandes idéias que foram ousadas e deram certo são diferentes de idéias delirantes que submergiram uma empresa. Testes psicológicos específicos podem ajudar na seleção de um profissional com as características de líder visionário conseqüente. Outra estratégia para preservar a empresa de aborrecimentos futuros é acatar idéias novas desse profissional recém-contratado e a quem se atribui a característica de “líder visionário”, mas que tenham baixo impacto nos negócios da empresa. À medida que a confiança cresce, idéias mais ousadas e de maior impacto podem ser aceitas.</p>
<p>Dentro desse contexto, através de um comportamento dinâmico, ativo, e pró-ativo no exercício da função, observa-se que, o líder visionário é capaz de enxergar oportunidades onde ninguém as vê, e, por conseguinte, obter além do resultado esperado, poder, fazendo assim, o seu diferencial.</p>
<p>Nesse sentido, à medida que enxerga a realidade em que a empresa está inserida, e através do exercício do pensar e do repensar sobre o posicionamento da empresa frente ao mercado, o líder visionário possui a capacidade de não apenas desvendar a realidade existente, mas de realizar adaptações, bem como provocar mudanças necessárias e, em tempo hábil, transformar a realidade encontrada, criando e inovando sempre, colocando em prática suas idéias e procurando realizar um verdadeiro trabalho em equipe preocupando-se em atuar de forma a estabelecer parcerias com todos os stakeholders, com a finalidade de desenvolver, crescer e melhorar cada vez mais a empresa no qual exerce sua função através da pró-atividade.</p>
<p>Deve-se ressaltar também que, por meio de sua autoconfiança, se permite correr riscos, ousar e até mesmo errar, o que contribui para que a empresa não apenas alcance resultados além do esperado, mas esteja um passo à frente das ameaças do mercado.</p>
<p>Através de sua competência, habilidades e conhecimentos, o líder visionário passa a ser um exemplo para a empresa, pois, além de ter uma clara visão de onde quer chegar e qual o caminho a percorrer, não perde o foco e nem a visão um instante sequer; possui um incansável entusiasmo, irradiando luz e energia a todos ao seu redor, incentivando e conseguindo mobilizar todos a prosseguirem a caminhada em prol de objetivos comuns, e com muita garra e muita vontade de vencer, se esforça ao máximo em prol da empresa, dando o melhor de si e sendo um agente de mudanças assim como um agente transformador, dando sempre a sua contribuição de forma perene e deste modo conduzindo a empresa à “decolagem” frente ao mercado.</p>
<p>Somados a isso, o líder visionário, além de ser cheio de sonho e de fé, acredita piamente no resultado favorável e correspondente a seus ideais, enxerga “anos-luz” à frente dos demais profissionais, o que o permite transformar dificuldades, obstáculos e ameaças em oportunidades, fazendo destes entraves um “trampolim”.</p>
<p>Sabedor de que, apenas através da soma é que se consegue um bom resultado, o líder visionário, além de deixar claro para todos da empresa a sua visão e a sua proposta de trabalho, age de forma bastante otimista e não se deixa abater pelos obstáculos e dificuldades encontradas, esbanjando sempre muita energia, muito entusiasmo e muita vontade de fazer acontecer, ficando sempre bem atento ao seu propósito e, dessa forma, surpreendendo sempre os demais profissionais com os resultados alcançados.</p>
<p>Um outro aspecto que devemos ressaltar é a sua transparência no exercício da função, sua boa comunicação e seu poder de persuasão. Envolve todos ao seu redor despertando e criando um forte espírito de equipe, onde todos, ou a maioria, aprende a admirá-lo por sua sabedoria; assim, possui o poder de converter tanto os clientes internos quanto os clientes externos em fãs incondicionais, levando todos os envolvidos a abraçarem e a defenderem determinada causa.</p>
<p>Somados a isso o líder visionário geralmente é cercado por pessoas que compartilham de sua visão e que contribuem de alguma forma para fazer das probabilidades possibilidades, das idéias e dos projetos, realidade.</p>
<p>Como é bastante focado, tem um propósito definido, não admite ser disperso. Assim, com a cabeça erguida e os pés no chão, exerce o papel de mediador, orientando e fornecendo aos demais, subsídios no que tange ao alcance dos resultados; portanto, transfere simultaneamente o papel de líder aos liderados, somando forças juntamente com toda equipe e mantendo sempre o foco no alvo a ser atingido, não se deixando dispersar e nem se abater frente às dificuldades.</p>
<p>Entretanto, é muito exigente e, por conseguinte, não consegue agradar a todos, mas, os profissionais que permanecem ao seu lado, são extremamente motivados, satisfeitos e comprometidos.</p>
<p>Finalmente, reconhece que está de passagem pelo cargo de liderança; portanto, tem a humildade para reconhecer que está na liderança para servir, para somar forças e assim, cria e articula sua visão envolvendo os demais profissionais da empresa, procurando fazer o que for preciso em prol da eficiência, eficácia, e melhoria contínua, procurando sempre realizar um trabalho conjunto para acertar o alvo, perseguindo assim, o objetivo desejado.</p>
<p>Diante do exposto constata-se que, em meio a trajetória neste mercado selvagem, é de suma importância que a empresa seja composta e apóie líderes visionários, pois, são profissionais, altamente comprometidos e de visão estratégica intensa, o que constitui em uma vantagem competitiva e contribui para que a empresa faça a diferença e decole no mercado por um período mais longo de tempo.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>ENVOLVIMENTO E COMPROMETIMENTO: Duas “Ferramentas” Humanas Imprescindíveis!</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 13:51:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[compromisso]]></category>

		<category><![CDATA[Empresa]]></category>

		<category><![CDATA[profissionais]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor!”
( Johann Wolfgang Von Goethe)
Nos dias atuais, além da qualificação, o diferencial é percebido através da atitude do envolvimento e do comprometimento dos profissionais envolvidos para com a empresa.
Sabedor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="color: #ff6600;"><strong>Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor!</strong></span>”<br />
( Johann Wolfgang Von Goethe)</p>
<p>Nos dias atuais, além da qualificação, o diferencial é percebido através da atitude do envolvimento e do comprometimento dos profissionais envolvidos para com a empresa.</p>
<p>Sabedor de que o maior ativo intangível de uma empresa se concentra na soma de habilidades, conhecimentos e competências existentes nos profissionais desta mesma empresa, de pronto se verifica que o profissional comprometido e altamente engajado no que se propõe a fazer, é capaz de conduzir a empresa à emersão no mercado; portanto, é de suma importância conscientizar-se que, além de valorizar tais profissionais, torna-se necessário realizar investimentos e promover programas de incentivos que contribuem e direcionem o profissional a sentir-se motivado para que o mesmo possa “mergulhar” no trabalho se entregando de corpo e alma, e assim, apresentar resultados mais do que esperados.</p>
<p>Deve ser lembrado, contudo, que o profissional envolvido possui, acima de tudo, uma preocupação com o seu nome e com sua reputação, dando assim, uma atenção toda especial no que tange à sua carreira profissional; por conseguinte, realiza suas atribuições com muita responsabilidade e participa de modo ativo no que se propõe a fazer, uma vez que tem um nome a zelar.</p>
<p>Por outro lado, é preciso ser lembrado também que, o profissional comprometido, além de se preocupar e de se comprometer com o seu nome, zelando pelo mesmo, também se preocupa e zela da mesma maneira pelo nome e reputação da empresa, preocupando-se de maneira constante com a missão, visão e cultura organizacional, bem como com os valores e princípios norteadores da empresa no qual exerce suas funções, preocupando-se de forma constante com o desempenho desta empresa frente ao mercado, atuando assim, com muita responsabilidade, muito afinco, muita paixão pelo exercício da função, muita admiração pela empresa em que atua, muito respeito e com muita vontade de fazer acontecer, trabalhando com muito envolvimento e prazer.</p>
<p>Somando-se a isso, o profissional comprometido atua como um intra-empreendedor, ou seja, trabalha na empresa de outrem como se a empresa fosse a sua; assim, além de conhecer e compreender de fato a empresa em que atua, bem como seus modelos de gestão, é um profissional pró-ativo, “antenado”, atuando sempre de forma a interferir e a realizar mudanças em prol da melhoria contínua, contribuindo então, para com o desenvolvimento e crescimento da empresa, conduzindo-a à emersão.</p>
<p>Conscientes de que a ascensão de uma empresa está ligada primordialmente aos Recursos Humanos nela existente, e que o comprometimento constitui em vantagem competitiva, torna-se necessário dar uma atenção especial no que tange a seleção, recrutamento, inserção destes profissionais no departamento adequado, capacitação e trabalho em prol da manutenção dos melhores, não se esquecendo de sempre fazer uma aliança entre desenvolvimento profissional com desenvolvimento organizacional.</p>
<p>Contudo, é preciso ter em mente que o comprometimento se consegue quando existe satisfação e paixão no exercício da função. É nessa condição que se verifica a doação, a entrega; todavia, é de suma importância que a empresa propicie um ambiente estimulador e que contemple um clima além de desafiador, agradável, onde possa despertar nos integrantes, o desejo, a vontade e o prazer no exercício de suas funções. Enfim, é essencial um ambiente de troca entre os profissionais comprometidos e o reconhecimento pela empresa, que deverá corresponder a esse esforço e dedicação materializando-o em benefícios pecuniários e outras vantagens importantes para o profissional, como por exemplo, plano de saúde, entre outros. Sabidamente um profissional que se sente “amparado” e reconhecido pela empresa, mas sem qualquer paternalismo, é naturalmente um profissional comprometido.</p>
<p>É imprescindível perceber que, trabalhar não pode jamais ser sinônimo de sofrer, pois, se assim o for não constituirá em nenhum benefício, nem ao ser humano e nem à empresa; ao contrário, o ato de trabalhar deverá ser sinônimo de desenvolvimento, crescimento e prazer; assim, além de se constituir em inúmeros benefícios ao ser humano e à empresa, deixará de ser um fardo.</p>
<p>Diante desse mercado altamente competitivo e cruel, a empresa não poderá ser uma “pãe”, ou seja, atuar como se fosse um verdadeiro pai e mãe de seus profissionais; contudo, deverá saber selecionar seu “time”.</p>
<p>Dessa forma, é preciso conscientizar-se que deverá permanecer na empresa apenas os exímios profissionais, profissionais estes, que além de deter conhecimentos, habilidades e talentos, desempenham suas funções com muito engajamento, comprometimento e muita vontade de vencer; caso contrário, a empresa estará fadada ao fracasso.</p>
<p>Do outro lado, o profissional, deve fazer jus à oportunidade a ele concedida, não apenas se envolvendo, mas se comprometendo de fato com a empresa, selando uma parceria permanente com a mesma, de forma a ser pró-ativo, estabelecendo-se uma constância no que concerne às suas ações, de modo a compreender, estudar e avaliar a empresa perante o mercado em nível global e local, no que tange a economia, política e finanças, não se esquivando do social e do ambiental, com olhos bem abertos e atentos, de tal modo que consiga alcançar, além da qualidade dos produtos e/ou serviços prestados, eficiência, eficácia e a satisfação dos clientes, contribuindo dessa forma, não apenas para sobrevivência, mas para a ascensão da empresa no mercado.</p>
<p>Ante o exposto, insta dizer que, comprometimento e envolvimento constituem-se em um verdadeiro desafio, tanto para o profissional quanto para a empresa, pois ambos devem, além de conquistar, instigar e trabalhar em prol do comprometimento, isto se desejarem permanecer no mercado por um período mais longo de tempo.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<item>
		<title>CRIATIVIDADE: A Mola-mestra que Conduz ao Sucesso!</title>
		<link>http://www.opiniaodevalor.com.br/geral/criatividade-a-mola-mestra-que-conduz-ao-sucesso/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 13:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.”
( Peter Drucker)
A era do terceiro milênio, além de compelir, exige cada vez mais que as empresas exerçam sua criatividade e inovação em prol da adaptabilidade, melhoria contínua, eficiência e eficácia, fazendo assim seu diferencial no mercado. A criatividade, além de ser a mola-mestra que impulsiona ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="color: #ff6600;"><strong>A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.</strong></span>”<br />
( Peter Drucker)</p>
<p>A era do terceiro milênio, além de compelir, exige cada vez mais que as empresas exerçam sua criatividade e inovação em prol da adaptabilidade, melhoria contínua, eficiência e eficácia, fazendo assim seu diferencial no mercado. A criatividade, além de ser a mola-mestra que impulsiona ao sucesso, constitui-se em uma valiosa ferramenta de gestão, sendo considerada fonte inesgotável de vantagem competitiva sustentável.</p>
<p>Hoje no mundo dos negócios a competitividade está cada vez mais acirrada, e é de suma importância que a empresa, além de propiciar um ambiente de trabalho que aflore a criatividade, propicie também um clima de trabalho harmonioso, onde toda a equipe, além de ser demasiadamente valorizada, possa atuar de forma a somar forças, conhecimentos e talentos, fazendo da improvisação, da adaptação, da imaginação, bem como, da criatividade, um trampolim para o sucesso.</p>
<p>Sabemos que a criatividade é condição inerente ao ser humano e que, a partir de seu exercício, a empresa irá realizar rupturas, inserir no mercado produtos e/ou serviços inovadores, e assim conquistar novos rumos, novos mercados, fazendo seu diferencial, agregando valor ao produto e ao serviço, conquistando com isso vantagens competitivas sustentáveis, além de proporcionar condições não apenas para sobreviver, mas, para se solidificar no mercado, a criatividade deve ser considerada dentro de qualquer empresa levando em consideração sua importância, além de preocupação, uma prioridade, tendo valor de destaque nos princípios que regem tal organização, pois, através da criatividade, surge a inovação, fator determinante de emersão no mundo dos negócios.</p>
<p>Por essa razão, além de banir o medo e a insegurança de sua vida profissional e organizacional, é preciso se antever aos fatos, enxergando o que ainda não foi visualizado por muitos, trabalhando a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática, em prol da agregação de valor do produto e/ou serviço, e através do desejo aguçado e da vontade de acertar, neutralizar a ansiedade, o que favorecerá e muito para a construção de algo novo ou inusitado, fazendo assim, o diferencial no mercado.</p>
<p>Em adição, para que ocorra a criação e a inovação, além da vontade para criar e inovar, é de suma importância sonhar, pois o sonho impulsiona o agir. É preciso também que se tenha conhecimentos para que ocorra a inovação, paixão pelo que se faz, além de pensamentos otimistas, coragem, perseverança, capacidade de correr riscos, determinação, comprometimento, dedicação, envolvimento, disciplina, muita responsabilidade, confiança e capacidade de entrega ao trabalho. Além de tudo isso é necessário se doar de corpo e alma, e ter tempo para se mergulhar de fato no que se propõe a realizar, pensando e repensando sempre as idéias e as ações, com muita vontade de fazer acontecer, constituindo-se assim então a criatividade, bem como a inovação, um desafio.</p>
<p>É fundamental salientar que, em meio a tantas mudanças e incertezas do dia-a-dia, a empresa inteligente não pode mais deixar de sonhar e vislumbrar seu lugar ao pódio, devendo sempre trabalhar de forma criativa e inovadora, transformando dessa maneira seus problemas em grandes oportunidades de negócio. Nesse diapasão, além de valorizar, incentivar e apoiar seus colaboradores a criarem e a inovarem, a empresa inteligente deve propiciar e estimular, tanto um ambiente favorável à criatividade e à reflexão, quanto um ambiente harmonioso, onde possa prevalecer, além da participação, integração, inter-relação e interação entre pessoas e departamentos, a tão sonhada sinergia. É com essa estratégia, através de uma maneira peculiar, ousada e diferente de pensar, obter entre várias alternativas aquela que a leve a um lugar de destaque, fazendo o seu diferencial.</p>
<p>Consciente de que este mercado é bastante cruel e altamente competitivo, o que se verifica é que a empresa inteligente não adormece um minuto sequer, para tanto, permanece bem atenta e com um olhar vivo no mercado, não se acomodando com o sucesso de hoje, mas trabalhando em prol da garantia do sucesso do amanhã, demonstrando demasiada confiança em si mesma, cuidando sempre para não se deixar abater pelo medo de errar, bem como pelos pessimistas e conservadores à espreita, valorizando, respeitando e escutando todos os envolvidos, e com muita ousadia, enfrentando os desafios com um sabor de vitória.</p>
<p>É adequado dizer que, se a empresa não desejar inovar, estará fadada ao fracasso, seguindo rumo à trilha da submersão e sendo conduzida em curto período de tempo à exclusão do mercado.</p>
<p> </p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>GENTILEZA: A dama do Terceiro Milênio!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 23:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;Palavras gentis podem ser curtas e fáceis de falar, mas os seus ecos são efetivamente infinitos.&#8221;
(Madre Teresa de Calcutá)
Na era do terceiro milênio, relacionar-se de maneira autêntica, educada, sincera, cordial, respeitosa, amável, simpática, paciente, delicada, cortês, solidária, afável e gentil, tendo como pilar a empatia, a polidez e o apreço por todos que nos rodeiam, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="color: #ff6600;"><strong>Palavras gentis podem ser curtas e fáceis de falar, mas os seus ecos são efetivamente infinitos.</strong></span>&#8221;<br />
(Madre Teresa de Calcutá)</p>
<p>Na era do terceiro milênio, relacionar-se de maneira autêntica, educada, sincera, cordial, respeitosa, amável, simpática, paciente, delicada, cortês, solidária, afável e gentil, tendo como pilar a empatia, a polidez e o apreço por todos que nos rodeiam, é o grande trunfo.</p>
<p>Ressalto que, no mundo dos negócios, é preciso reconhecer que esta dama do terceiro milênio, denominada gentileza, além de ter vez e voz onde quer que esteja, conduz o profissional ao destaque, permitindo que o mesmo faça a diferença.</p>
<p>Desse modo, o profissional do terceiro milênio deve ser gentil com todos dentro da organização em que atua, indiferente de quem seja e da posição que ocupa; portanto, desde o porteiro até a diretoria todos devem e merecem ser tratados com gentileza.</p>
<p>No mesmo sentido, uma empresa gentil além de enobrecer-se, atrai, conquista, fideliza, retém e mantém todos os stakeholders, porque contagia todos os envolvidos,conduzindo-os a somar habilidades, esforços, conhecimentos e talentos em prol de uma mesma sintonia, alcançando assim, resultados além do esperado; assim, a gentileza, além de propiciar um ambiente de trabalho agradável e harmonioso, contribui também no sentido do profissional despertar, criar valores, pensar e repensar sua práxis, exercendo o exercício de sua função de forma prazerosa, se doando e se entregando de corpo e alma, fazendo parcerias, criando, fidelizando, compartilhando e mantendo “ laços”, firmando vínculos advindos da integração, do comprometimento e do envolvimento, o que contribui e muito para além da eficiência, alcançar a eficácia, obtendo como resultado, o rebento denominado sucesso, em tudo que se propõe a fazer.</p>
<p>Igualmente é de notório conhecimento que pequenos gestos de gentileza fazem toda a diferença, uma vez que esses possuem o poder de transformar o ser humano, a empresa e o mundo, pois trazem consigo uma verdadeira magia, capaz de encantar as pessoas ao seu redor, capaz de mudar todo um contexto; assim, além de atenuar momentos difíceis carregados de tensão e de mal-estar, é bem capaz de converter qualquer comportamento hostil em cordial, capaz de converter a desumanização em humanização e isto faz bem não apenas à alma das pessoas, mas à empresa como um todo. Desta maneira, além de gerar bem-estar, possui o poder de render bons “frutos” a todos os envolvidos; por conseguinte, é de suma importância cultuar e colocar em nossa práxis esta grande virtude denominada gentileza.</p>
<p>Trabalhar em prol do desenvolvimento desta virtude denominada gentileza se tornou fator sine qua non para obtermos um ambiente com uma atmosfera agradável, alegre e harmoniosa em nossa empresa. É importante salientar que quando agimos com gentileza, além de darmos o real valor e consideração às pessoas ao nosso redor, estamos mais dispostos a ajudar o próximo e a somar esforços, conhecimentos e talentos; por isso, a gentileza atrai, encanta e contagia as pessoas.</p>
<p>É sabido que a gentileza induz os profissionais a deixarem de lado a corrupção, o egoísmo e o individualismo. Em meio a tanta competitividade impera a busca desenfreada a todo custo pelo sucesso, o que causa estragos e danos muitas vezes irreparáveis. Logo, a gentileza provoca e conduz o profissional ao companheirismo, à ética, ao bom convívio e à integração, permitindo então que departamentos e profissionais executem suas funções de maneira mais entrosada, integrada, harmoniosa, interagida e inter-relacionada, consentindo desta forma, que dentro da empresa ocorra, além do respeito mútuo, sinergia, fator essencial para o alcance dos resultados no séc.XXI.</p>
<p>Sabedor de que um dos seus grandes benefícios é a sua contribuição para com a saúde, tanto do profissional, quanto da empresa, no que tange ao bem-estar advindo deste hábito, torna-se essencial que realizemos a monitoração de nossos comportamentos e atitudes diante dos fatos e diante das pessoas para que não apenas façamos da gentileza um hábito constante, mas também aprendamos a receber gentileza.</p>
<p>Fica evidente que em meio a tanta correria do dia-a-dia, o profissional do século XXI não poderá jamais abrir mão desta dama denominada gentileza, pois, deverá ter sabedoria suficiente para enxergar que ser gentil, faz todo um diferencial no mercado, constituindo assim vantagem competitiva.</p>
<p>Em adição ao já exposto, é importante salientar que, se o profissional do século XXI ainda não possui e/ou deixou adormecer esta valiosa virtude, o mesmo deverá repensar de forma urgente e emergente sua maneira de ser, suas atitudes e comportamentos, procurando resgatar, iniciar e cultivar este hábito; assim, começar a agir tendo como base esta grande virtude se torna compulsada aos que desejam pelo menos sobreviver neste cruel e competitivo mercado.</p>
<p>Insta dizer que o profissional do séc.XXI não se pode mais perder a oportunidade de ser gentil em nosso dia-a-dia, uma vez que o mesmo só tende a ganhar.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>PAIXÃO: A Força que impulsiona!</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 04:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[“Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.”
(Madre Teresa de Calcutá)
É sabido que dedicação, zelo, empenho, comprometimento, envolvimento, motivação, energia, alegria, entusiasmo e eventuais dividendos, advêm da paixão pelo que fazemos. Se tivermos paixão pelo que nos propusermos a fazer não sentiremos nosso trabalho como um fardo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<strong><font color="#ff6600">Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz</font></strong>.”<br />
(Madre Teresa de Calcutá)</p>
<p>É sabido que dedicação, zelo, empenho, comprometimento, envolvimento, motivação, energia, alegria, entusiasmo e eventuais dividendos, advêm da paixão pelo que fazemos. Se tivermos paixão pelo que nos propusermos a fazer não sentiremos nosso trabalho como um fardo, pois teremos prazer em exercer nossa função. Assim, sentir paixão pelo que fazemos constitui hoje um diferencial.</p>
<p>Insta mencionar que o ter advém do ser; pensando assim, o profissional tem maior probabilidade de conquistar e manter uma carreira sólida no mercado quando, além de ter paixão pelo que faz, realiza um “casamento” com a empresa em que se propõe a trabalhar; assim, atuará como um verdadeiro intra-empreendedor, verdadeiro profissional e parceiro da empresa, com muita paixão, muita garra, muito entusiasmo, muito respeito, comprometimento e envolvimento, se doando e se entregando de corpo e alma em prol da organização; por conseguinte, conquistará seu espaço no mercado, tendo maior chance de realizar-se profissionalmente.</p>
<p>Admite-se que, além dos títulos que estarão presentes em seu currículo, agir de forma estritamente profissional, tendo paixão pelo que se faz, sabendo se relacionar com todos os envolvidos, também se tornou um diferencial, o que permite ao profissional permanecer no mercado por um período mais longo de tempo, pois quando o profissional age com profissionalismo, além de agir baseando-se na transparência das ações, na ética, na justiça, na verdade e na honestidade, despende maior energia comprometendo-se e envolvendo-se o bastante em prol da busca constante pela excelência no exercício de sua função, observando-se uma sede permanente e insaciável em querer ser sempre um exímio profissional, zelando e cuidando de seu nome e, por conseqüência, obtendo-se maior eficiência e eficácia nas ações, conquistando maior produtividade, atuando em favor da minimização de tempo e custo e da maximização de resultados. Quando se tem paixão pelo que se faz, fica tudo muito mais fácil, porque aflora, além da empatia, a humildade, a energia, também o entusiasmo e a simpatia. Quando o profissional sabe se relacionar com todos os envolvidos, além de sempre estar aberto ao diálogo, ao invés de “subtrair”, realiza-se uma “soma” com todos os envolvidos e, assim, todos saem ganhando.</p>
<p>Desta forma, nunca é demais repetir que não podemos esquecer jamais que as empresas fazem a contratação dos profissionais observando seus conhecimentos, habilidades e talentos, mas realiza a demissão, baseando-se em suas atitudes, condutas e comportamentos; assim, a auto-avaliação constitui uma ferramenta valiosa, pois, além de propiciá-lo a oportunidade de aprendizado através dos erros, o faz repensar e analisar sempre o percurso e a forma que você profissional está caminhando, o ajudando a transformar seus pontos fracos em fortes, lhe dando segurança para não se sentir coagido diante das ameaças e adversidades que porventura surgirem em seu caminho, e o auxiliando a fazer dos obstáculos, das ameaças e adversidades, oportunidades de desenvolvimento e de crescimento, impulsionando-o a agir em favor da superação dos desafios; portanto, é preciso ter garra, determinação, ambição, para fazer dos obstáculos encontrados durante o percurso da caminhada, degraus para sua subida, não se deixando abater.</p>
<p>Nesse contexto, é bom lembrar que a perda da paixão pelo exercício da profissão e, por conseguinte a perda do entusiasmo, pode significar o início de um fim. Verifica-se que, quando se perde a paixão, perde-se também o entusiasmo e a motivação, fazendo surgir a acomodação, o desânimo e o descontentamento, levando a um desmoronamento com um melancólico fim.</p>
<p>Observa-se que em um mundo onde o mercado é altamente competitivo, o profissional que não tiver paixão pelo que faz estará fadado ao fracasso. Sem paixão não se tem motivação e sem motivação não se tem produção, inovação; portanto, não se tem um resultado favorável e esperado. Sendo assim, este profissional correrá grande risco de ser esmagado e expulso pelo mercado.</p>
<p>De todo o modo, verifica-se que quando o profissional não tem paixão pelo que faz e/ou perdeu a paixão pelo exercício de sua função, de imediato, o que este profissional deverá fazer é uma auto-avaliação, procurando encontrar respostas para os porquês. Deve igualmente analisar o caminho escolhido, a forma de caminhar, bem como seu plano de carreira, metas e objetivos traçados; torna-se imprescindível neste momento a partir do qual com certeza encontrará duas saídas, ou irá permanecer na mesma empresa onde atua, porém mudando sua postura, ou migrará para outra empresa e/ou quem sabe outro segmento profissional. O que não poderá ocorrer é este profissional assistir de camarote o naufrágio de sua própria carreira e nada fazer. Antes de ser pisoteado pelo mercado, torna-se necessário que ele tome uma atitude de caráter emergencial.</p>
<p>Somados a isso, é importante dizer que todo e qualquer profissional tem capacidade de desvendar a realidade em que se encontra e transformá-la, mas isto só é possível se o mesmo tiver interesse. Toda e qualquer mudança dependerá única e exclusivamente de você!</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>ÉTICA: Esta conduta vale ouro!</title>
		<link>http://www.opiniaodevalor.com.br/geral/etica-esta-conduta-vale-ouro/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nossos fracassos são, às vezes, mais frutíferos que os êxitos.”
(Henry Ford)
Em um mundo globalizado, onde a competitividade é extremamente acirrada, a conduta do profissional faz toda diferença e possui o poder de estabelecer as regras do jogo; portanto, o profissional que possui uma conduta ética ao exercer sua profissão irá não apenas destacar-se dos demais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<strong><font color="#ff6600">Nossos fracassos são, às vezes, mais frutíferos que os êxitos.</font></strong>”<br />
(Henry Ford)</p>
<p>Em um mundo globalizado, onde a competitividade é extremamente acirrada, a conduta do profissional faz toda diferença e possui o poder de estabelecer as regras do jogo; portanto, o profissional que possui uma conduta ética ao exercer sua profissão irá não apenas destacar-se dos demais, mas posicionar-se no mercado com um diferencial, o que irá contribuir e muito para que o mesmo permaneça no mercado por um longo tempo, tendo sua carreira, além de consolidada, respeitada.</p>
<p>Admite-se que o profissional, cujo pilar de suas ações seja baseado na ética, além de possuir conhecimento e fazer uso do código de ética de sua profissão, age com integridade e transparência. A Integridade no exercício da função significa agir em conformidade com seus princípios morais e valores, sem prejudicar as demais pessoas em sua volta, zelando e preocupando sempre com a boa reputação de seu nome.</p>
<p>Desta forma, o profissional ético, preocupa-se de forma obstinada com sua imagem, pois, tem plena consciência de que mesmo tendo muito conhecimento, competência e talento, caso obstrua sua imagem, sua permanência no mercado ficará comprometida, correndo-se então enorme risco de ser expulso do mesmo. Por esta razão, além de agir como um intra-empreendedor, preocupando em edificar a empresa onde atua, age com muita transparência e seriedade, tendo sempre o cuidado de agir em conformidade com a ética.</p>
<p>De todo o modo, verifica-se que, além de ser digno de confiança, o profissional ético possui grande credibilidade, o que lhe confere a oportunidade de realizar grandes negócios; portanto, além de obter dividendos, agrega valor fazendo um diferencial, desenvolvendo produtos e/ou serviços de qualidade, atendendo e ganhando mercado, contribuindo então, não só para alavancar sua carreira, desenvolvendo e crescendo profissionalmente, como também para que a empresa onde atue deslanche no mercado avançando cada vez mais.</p>
<p>Pode-se dizer que o profissional ético sabe que o resultado obtido depende da soma de esforços de vários colaboradores; por isso, além de valorizá-los, atua de forma a proporcionar um ambiente harmonioso, onde prevaleça um grandioso trabalho em equipe, onde todos possam atuar de forma integrada, inter-relacionada e interligada, dando sua contribuição através do somatório de conhecimentos, bem como de experiências, e exercendo sua função em prol dos objetivos a serem alcançados, obtendo assim resultados esperados.</p>
<p>Vale enfatizar que o profissional, quando age pautado na ética, atua sempre tendo o cuidado de zelar pela transparência nas ações e pelo respeito, prezando não apenas pelo bom convívio, mas agindo sempre com profissionalismo em quaisquer circunstâncias, assumindo responsabilidades e implicações advindas do seu exercício na função. Pautado sempre pelo bom senso, democracia, solidariedade, generosidade e pela justiça, procura manter um equilíbrio dentro da organização junto aos recursos humanos, realizando uma tomada de decisão de forma mais consciente.</p>
<p>Aparentemente trata-se de um conjunto de virtudes um tanto difícil de encontrar-se em uma só pessoa. Ocorre que a ética é a mãe de todas elas. Se um funcionário é ético, por princípio, as outras virtudes podem ser desenvolvidas ou estimuladas. No lado oposto, se o profissional não tem caráter, dificilmente se pode conseguir algo produtivo dele. Assim, não é difícil ter em uma empresa um time de pessoas de qualidade, mas inexoravelmente todos devem ser éticos como qualidade primordial.</p>
<p>É de conhecimento geral que a discussão sobre a ética no terceiro milênio ficou ainda mais evidente; por conseguinte, a necessidade do zelo, tanto pela imagem do profissional quanto pela imagem da empresa, emergiram e emergem cada vez mais; assim, é preciso lembrar a todo instante que “arranhões” na imagem deixam cicatrizes, o que não é nada bom; logo, profissionais e empresas devem estar comprometidos em atuar sempre pautados nos valores e princípios éticos; desta forma, cultivar a ação ética em nossa vida profissional deve ser hoje mais do que uma preocupação, mas uma obrigação, sendo inerente a todos os profissionais e empresas que desejam permanecer por um longo período no mercado e de forma respeitada, conduzindo assim à sua solidificação.</p>
<p>Ademais, é preciso lembrar que antes do colaborador ser um profissional, este é um ser humano que, além de deter conhecimentos, habilidades e talentos, possui anseios, necessidades, valores e princípios, e que a ética é inerente ao ser humano. Pensando assim, a missão, a visão e a cultura organizacional, bem como o programa de ética de uma empresa, deverão ser muito bem elaborados e definidos, pois irá nortear todas as ações, definindo rumos e a maneira de caminhar, bem como estratégias, princípios e condutas a serem seguidas.</p>
<p>A esse respeito, julgo oportuno salientar que, com o objetivo de coibir a prática antiética dentro de qualquer empresa, o profissional que não agir em conformidade com a ética na organização deverá ser punido, correndo-se então, o risco de ser banido não só da empresa onde exerce sua função, como também do mercado, o que poderá comprometer toda sua carreira profissional.</p>
<p>Todas essas ponderações levam à seguinte conclusão: as empresas fazem a contratação dos profissionais observando seus conhecimentos, habilidades e talentos, mas realiza a demissão baseando-se nas suas atitudes, condutas e comportamentos, portanto, uma auto-avaliação ajudará e muito ao profissional que queira permanecer neste mercado incerto, no momento em que através da auto-avaliação o profissional poderá além de rever, repensar, reavaliar a si próprio e mudar, conscientizando-se de que, se agir de forma ética, poderá evitar dissabores e contratempos futuros.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Resiliência: Atributo valioso no séc. XXI.</title>
		<link>http://www.opiniaodevalor.com.br/geral/resiliencia-atributo-valioso-no-sec-xxi/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:47:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>

		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[“&#8230; reconhece a queda, e não desanima, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.”
(Paulo Emílio Vanzolini - compositor– Música: Volta por Cima)
A palavra resiliência contém em si uma conduta essencial a qualquer profissional que se encontra no terceiro milênio e que deseja sobreviver neste mercado globalizado e de grande competitividade, que é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<strong><font color="#ff6600">&#8230; reconhece a queda, e não desanima, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima</font></strong>.”<br />
(Paulo Emílio Vanzolini - compositor– Música: Volta por Cima)</p>
<p>A palavra resiliência contém em si uma conduta essencial a qualquer profissional que se encontra no terceiro milênio e que deseja sobreviver neste mercado globalizado e de grande competitividade, que é a autoconfiança.  Autoconfiança no exercício da função é hoje, mais do que nunca, fator sine qua non de sucesso. A superação dos obstáculos advém de uma força motriz que é considerada indispensável nos dias atuais, força esta que o impulsiona a agir, fazendo com que o profissional acredite em seu potencial, sendo denominada autoconfiança.</p>
<p>Resiliência é um termo encontrado na Física, que configura a capacidade que um corpo possui de, logo após ser submetido a um impacto, retornar ao seu estado normal sem se desconfigurar.</p>
<p>Assim, o profissional resiliente, após ter enfrentando uma série de problemas, crises e/ou dificuldades em sua vida profissional, através da autoconfiança, possui forças para seguir em frente, não “remoendo” o acontecido e nem focando o problema, mas sim com olhares e foco na solução do mesmo.</p>
<p>É sabido que em meio a esta era de mudanças e incertezas, o profissional resiliente é cada vez mais cobiçado pelas empresas do terceiro milênio, pois, além de saber lidar e gerenciar as dificuldades, crises, e/ou problemas que porventura aparecerem no decorrer da caminhada, sabe lidar com os imprevistos, sabe resistir aos entraves, às mudanças e às pressões, mantendo o equilíbrio emocional nos momentos de tensão e fazendo deste momento crucial uma lição para sua vida, não se entregando, e muito menos se deixando abater e/ou desanimar e até mesmo se autodestruir diante das adversidades; logo, encara as adversidades de frente, com um discurso otimista, porém realista, fazendo das adversidades, oportunidades.</p>
<p>Somados a isso, diante das adversidades, dificuldades, crises e/ou problemas encontrados, o profissional resiliente avalia com muita clareza seus pontos fracos e atua com todo afinco para transformá-los em pontos fortes, promovendo adaptações imediatas, visualizando os problemas como oportunidades e assim, não só contornando, mas também revertendo toda situação negativa existente e por conseqüência, se erguendo novamente; desta forma, as dificuldades e/ou problemas passam a ter uma conotação diferente, pois, além de impulsioná-lo a se auto-avaliar, provocam mudanças e são percebidos como oportunidades.</p>
<p>Nota-se que, através do exercício do pensar e do repensar, o profissional resiliente se auto-avalia, muda a forma de enxergar o problema e alcança o aprendizado; por conseguinte, mudam-se as atitudes, posturas e condutas diante da vida pessoal e profissional, uma vez que este profissional se torna mais flexível e criativo, além de ter uma capacidade maior para tomar iniciativa e de realizar adaptações, de resistir às pressões e de superar os problemas; desta forma, não somente promove o seu auto-desenvolvimento, como também contribui e muito para promover o desenvolvimento organizacional.</p>
<p>É importante salientar que o profissional resiliente, sabe compartilhar com sua equipe seus objetivos, anseios, problemas, crises e/ou adversidades, uma vez que enxerga cada profissional em sua volta como um ser pensante e inteligente, capaz de ajudá-lo a transpor e a superar cada obstáculo encontrado, fazendo de cada obstáculo um desafio e, com muita garra, muita vontade de vencer e com muito otimismo, porém, de forma realista, conduz e promove a integração entre todos os envolvidos, que através de reuniões expõem-se a real situação, promove discussões, apontam-se estratégias, alternativas, pontuam as forças e fraquezas, enfim, realiza-se um diagnóstico do problema vivenciado, fazendo uma auto-avaliação, pontuando também as causas e conseqüências do mesmo, tomando iniciativas em tempo hábil, visualizando soluções; contudo, tendo sempre o cuidado de fazer deste momento um somatório de forças, em prol da concretização do esperado.</p>
<p>Diante da exigência do mercado, é fato notório que hoje cada profissional, se quiser sobreviver em qualquer empresa, deverá ser um intra-empreendedor, tendo como uma das características marcantes a resiliência. Por outro lado, é de se esperar que empresas optem por possuir em seu quadro funcionários resilientes, uma vez que através destes alcançarão o desenvolvimento, bem como o crescimento organizacional esperado, tendo maior chance de permanecerem neste mercado altamente competitivo que ai está. Portanto, é de suma importância que o profissional perceba que atitudes resilientes fazem toda a diferença, caso contrário, este profissional, assim como a empresa, correrá o risco de ser esmagado e expulso do mercado.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>Assertividade: Eu quero esta conduta para mim!</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;Nosso objetivo nesta vida não é o de estar sempre à frente das outras pessoas, mas sim, à frente de nós mesmos, para quebrar os nossos próprios recordes e para superar nosso ontem com o nosso hoje.”
(Stewart B. Johnson)
A palavra assertividade traz em seu cerne uma conduta imprescindível para qualquer profissional que se encontra no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<font color="#ff6600"><strong>Nosso objetivo nesta vida não é o de estar sempre à frente das outras pessoas, mas sim, à frente de nós mesmos, para quebrar os nossos próprios recordes e para superar nosso ontem com o nosso hoje</strong>.</font>”<br />
(Stewart B. Johnson)</p>
<p>A palavra assertividade traz em seu cerne uma conduta imprescindível para qualquer profissional que se encontra no terceiro milênio e que queira pelo menos sobreviver neste mercado globalizado e altamente competitivo, que é a transparência.  Transparência no exercício da função é hoje, mais do que nunca, essencial para que se obtenha eficiência, eficácia e, por conseqüência, desenvolvimento e crescimento, tanto profissional como organizacional.</p>
<p>O profissional assertivo possui, além de um equilíbrio emocional muito grande, muita transparência em suas ações, tendo sempre cautela ao agir para não magoar ou ferir o próximo. As condutas e atitudes deste profissional são baseadas no problema e não nas pessoas envolvidas, agindo sempre de modo profissional e imparcial, com cuidado, para não cometer injustiças, policiando–se sempre para não agir de maneira tendenciosa. Esse profissional, além de saber reconhecer os seus limites e o seu valor, faz valer não somente os seus direitos e deveres como também os das demais pessoas presentes em seu meio e principalmente daquelas que estão sob o seu comando, que compõem sua equipe de trabalho.</p>
<p>Não é segredo algum dizer de igual forma que o profissional assertivo sabe aonde se quer chegar, qual o caminho a percorrer e como caminhar; portanto, defende uma única postura diante de si próprio e diante da vida. Bastante comprometido com suas metas e objetivos, cria, firma e mantêm uma relação de parceria consigo próprio bem como com as demais pessoas em seu meio, procurando sempre mostrar-se de corpo inteiro, com muita autenticidade e  de maneira não agressiva.</p>
<p>As atitudes de um profissional assertivo são baseadas no respeito, na pro atividade, na educação, na verdade, na justiça, na ética, na confiança, na sinceridade, na autenticidade, na integridade, na empatia e principalmente na transparência, agindo de forma a não deixar dúvidas quanto ao que pensa, sente e deseja, cuidando sempre para que suas atitudes e condutas estejam condizentes com seus valores e princípios, tendo a preocupação e o cuidado de aferir se está sendo honesto consigo próprio, defendendo os seus interesses e direitos, mas tendo a cautela de não ignorar e/ou violar os direitos e os interesses dos demais.</p>
<p>Somados a isso, o profissional assertivo é extremamente sincero e honesto. Portanto, quando diz um sim e/ou um não, concorda e/ou discorda de fato, mas sempre possui a sensibilidade de considerar e de valorizar o pensamento do outro; contudo, demonstra de forma verdadeira e autêntica sua posição diante dos fatos, tendo a sabedoria de ser pró-ativo, se antevendo aos fatos, se planejando para evitar futuros transtornos que por ventura cruzarão o seu caminho.</p>
<p>É fato notório que a assertividade é uma das competências emocionais mais exigidas no que tange ao exercício da função; é essa a razão pela qual o profissional do século XXI deve conscientizar-se que a assertividade nos dias de hoje faz a diferença e que é possível aprender ser assertivo, requerendo apenas buscar conhecimentos e aplicá-los no dia a dia; no entanto é preciso de início ter interesse em ser assertivo, logo, é necessário querer e em seguida é necessário ter coragem e determinação para que ocorra a verdadeira mudança.</p>
<p>Quanto aos erros e/ou falhas que por ventura ocorrerem no decorrer da caminhada contribuindo para deixá-lo insatisfeito, deverão ser imediatamente reconhecidos e em seguida deverão ser tomadas medidas cabíveis e de cunho assertivo. É de fundamental importância que se tenha em mente o exercício do pensar e do repensar, pois a auto-avaliação de forma contínua faz parte de todo esse processo que envolve a assertividade.</p>
<p>Consciente de que hoje vivemos em um mundo repleto de mudanças e incertezas, o profissional assertivo age pautado na flexibilidade; assim,quando a situação exige, a mesma é acionada; por conseguinte, é sábio no exercício de sua função, banindo o rigor quando preciso.</p>
<p>Não obstante, sabemos que os benefícios advindos da assertividade são inúmeros, e dentre estes podemos destacar:<br />
a) a sensação de bem-estar e a de dever cumprido consigo próprio e com os outros,<br />
b) o desenvolvimento bem como o crescimento pessoal e profissional como conseqüência da exposição feita de forma clara, sem inibição e/ou temor do que se pensa, quer e/ou sente, bem como da defesa de seus direitos,<br />
c) eficiência e eficácia nas ações contribuindo para com o desenvolvimento e crescimento organizacional decorrente da transparência nas ações,<br />
d) relacionamento interpessoal aberto tendo como pilar a sinceridade, a confiança, a empatia, a autenticidade e a transparência em prol da harmonia e da solidez, dizendo sempre a si próprio um não a agressividade,<br />
e) equilíbrio emocional,<br />
f) comunicação interpessoal assertiva e baseada na maturidade dos relacionamentos, conseguindo-se comunicar de forma objetiva, honesta e sem constrangimento, cuidando sempre para considerar os sentimentos do outro, colocando-se sempre na posição do outro, tendo demasiada atenção para não deixar nada de forma obscura, mas que tudo fique esclarecido,<br />
g) ação pautada na educação e no respeito, respeito a si próprio e aos outros também, monitorando-se o tempo todo quanto à forma de falar, pois ele sabe que esta faz toda a diferença.</p>
<p>Assim, é bom lembrar que a competência assertividade é hoje mais do que nunca imprescindível a um grande profissional, e para ser um profissional assertivo você irá depender única e exclusivamente de uma só pessoa: VOCÊ.</p>
<p>E o maior beneficiário será VOCÊ!</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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