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	<title>Opinião de Valor</title>
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		<title>Mapeamento dos corpos de desaparecidos do Araguaia termina nesta  semana</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 00:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerrilha do Araguaia]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília  – O grupo criado pelo Ministério da Defesa para mapear a localização  dos corpos de pessoas desaparecidas durante a Guerrilha do Araguaia  termina seu trabalho nesta sexta-feira.
O mapeamento e o  reconhecimento de novas áreas apontadas por informantes como prováveis  locais onde os corpos dos desaparecidos teriam sido enterrados começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília  – O grupo criado pelo Ministério da Defesa para mapear a localização  dos corpos de pessoas desaparecidas durante a Guerrilha do Araguaia  termina seu trabalho nesta sexta-feira.</p>
<p>O mapeamento e o  reconhecimento de novas áreas apontadas por informantes como prováveis  locais onde os corpos dos desaparecidos teriam sido enterrados começou  em 9 de abril. Conduzidas por profissionais de antropologia forense e de  geofísica, as pesquisas ocorrem em regiões do Pará e de Tocantins onde  viviam os guerrilheiros nos anos 70.</p>
<p>Entre os pontos visitados  pelo grupo estão os indicados pela comerciante Maria Mercês de Castro,  que, em março, encontrou ossos que podem ser de seu irmão em uma fazenda  de Brejo Grande do Araguaia (PA), próximos a São Domingos do Araguaia  (PA). Para chegar ao local, Maria seguiu as orientações de antigos  moradores da região.</p>
<p>Ainda em Brejo Grande do Araguaia, o grupo  verificou um local chamado de Casa do Curió, onde um informante disse  que três corpos foram enterrados. A conclusão dos peritos, contudo, é  que serão necessárias investigações complementares em todas as áreas  visitadas.</p>
<p>O grupo começou suas buscas em junho de 2009. Com  base nos locais identificados durante esta primeira fase de  reconhecimento, deu início, em outubro de 2009, às primeiras escavações.  Devido ao início do período de chuvas, o trabalho teve de ser  interrompido em novembro de 2009, sem que nada tivesse sido encontrado.</p>
<p><em>Agência Brasil</em></p>
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		<title>O Brasil tem papel de vanguarda na área ambiental</title>
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		<pubDate>Sat, 22 May 2010 02:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Bioenergia]]></category>
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		<category><![CDATA[Proteção Ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasília (21/05/2010) – O secretário executivo da Convenção para Combate à Desertificação, Luc Gnacadja, esteve no Ibama para conhecer os procedimentos relativos ao combate a desertificação adotados pelo órgão. Ele foi recebido pelo diretor de Proteção Ambiental, Luciano Evaristo, que   em nome do presidente do Ibama, ressaltou o trabalho incessante do governo no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.opiniaodevalor.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Luc-Gnacadja.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-84" title="Luc Gnacadja" src="http://www.opiniaodevalor.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Luc-Gnacadja-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Brasília (21/05/2010) – O secretário executivo da Convenção para Combate à Desertificação, Luc Gnacadja, esteve no Ibama para conhecer os procedimentos relativos ao combate a desertificação adotados pelo órgão. Ele foi recebido pelo diretor de Proteção Ambiental, Luciano Evaristo, que   em nome do presidente do Ibama, ressaltou o trabalho incessante do governo no combate ao desmatamento e aos crimes ambientais e  a superação sistemática das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Mudanças Climáticas. Em 2009, foi registrado o menor índice de desmatamento dos últimos 20 anos, uma meta prevista para acontecer em 2014”.</p>
<p>Sobre a proteção do semi-árido e combate à desertificação, Evaristo acrescentou que “ antes mesmo de entrar em vigor o Plano de Proteção à Caatinga, o Ibama já está adotando medidas de prevenção e combate a incêndios na região do semi-árido, e  formando as brigadas anti-fogo com pessoas da própria região”. O diretor do Ibama ponderou que “a ocupação da caatinga tem peculiaridades diferentes da região amazônica, em função da grande fragilidade econômica da população”. E mostrou ao secretário que essas variáveis foram consideradas ao ser elaborado o Plano. “O governo se preocupa em encontrar atividades sustentáveis para inserir aqueles que ficarão sem renda em consequência do combate ao uso predatório dos recursos naturais”.</p>
<p>O plano de ações para conter o desmantamento ilegal na Caatinga em sua face operativa prevê três grandes eixos principais: monitoramento e controle, onde atua o Ibama; ordenamento territorial e fundiário; e fomento às atividades produtivas sustentáveis. Experiência similar já funciona no modelo adotado pela operação Arco Verde, desenvolvida para a Amazônia, que incorpora programas sociais, como o Bolsa Família, assistência jurídica, trabalhista, dentre outras. Esse programa é coordenado pela Casa Civil e no Ministério do Meio Ambiente, o Arco  Verde está vinculado a secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável sob o comando de Egon Krakhecke, que acompanhava o representante da ONU em visita ao Ibama.</p>
<p>Esse pacto interministerial integrando as ações de governo, na adoção de medidas em conjunto com as operações de repressão ao crime ambiental, resultou no menor índice de desmantamento já registrado, sem contudo, promover o aumento do desemprego. Municípios campeões de devastação como Novo Progresso, no Pará, viraram o jogo e hoje se tornam exemplo de sustentabilidade abaixando os índices de desmatamento ilegal para perto de zero.</p>
<p>Gnacadja demonstrou interesse e bom humor e, ao final, disse ter ficado satisfeito quando ouviu em outra reunião “que a produção de bioenergia (etanol) estava sendo feita em terras marginais, em áreas degradas, que não estava havendo expansão no desmatamento em função do incremento da produção”. O secretário comentou que ao viajar para o Brasil estava preocupado por achar que o país havia adotado o paradigma internacional de que é apenas Amazônia, mas ressalvou “estar contente de ver como o governo está implementando um vasto programa de monitoramento, e que o país precisa fazer a defesa de áreas com menos cobertura vegetal e tomar conta dos meios de vida da população”.</p>
<p>O secretário voltará ao Brasil em agosto próximo e foi convidado pelo diretor de Proteção Ambiental a participar de uma operação do Ibama em campo, aceitou de pronto. Finalizou dizendo que “o Brasil tem um papel de vanguarda de mostrar para o mundo que protege a Amazônia, recupera as áreas degradadas e concluiu: “para proteger as florestas é preciso criar políticas de incentivo para os que vivem fora delas e assim reduzir a pressão sobre esses biomas”.</p>
<p>Ascom/Ibama</p>
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		<title>Perda crescente da biodiversidade mobiliza o planeta</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 19:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais de 100 países, incluindo as principais potências econômicas e o Brasil, vão se reunir para tentar encontrar alternativas a fim de evitar mais colapsos ambientais.
No Ano Internacional da Biodiversidade, o Brasil se destaca por várias ações que vêm contribuindo para a manutenção das diferentes espécies aqui localizadas. Entre elas, a redução do desmatamento na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mais de 100 países, incluindo as principais potências econômicas e o Brasil, vão se reunir para tentar encontrar alternativas a fim de evitar mais colapsos ambientais.</strong></p>
<p><strong>No Ano Internacional da Biodiversidade, o Brasil se destaca por várias ações que vêm contribuindo para a manutenção das diferentes espécies aqui localizadas. Entre elas, a redução do desmatamento na Amazônia, a criação de novas áreas de conservação de uso sustentável e de proteção integral e o monitoramento de todos os biomas brasileiros. E ainda a discussão sobre patrimônio genético entre países megadiversos, que inclui a distribuição justa e equitativa dos benefícios econômicos oriundos da exploração da biodiversidade.</strong></p>
<p>Carine Corrêa</p>
<p>O ano de 2010 será marcado internacionalmente não apenas pela Copa do Mundo. Outro tema a biodiversidade &#8211; vai interferir de forma direta e implacável no cotidiano das pessoas, em escala muito maior e talvez sem a mesma visibilidade na mídia. O assunto também vai atrair a atenção de muitos países durante a Conferência da Biodiversidade (COP-10), a ser realizada em outubro em Nagoya (Japão).</p>
<p>Apesar de ainda não ter o mesmo apelo do futebol nas discussões do dia-a-dia, neste Ano Internacional da Biodiversidade &#8211; estabelecido pela ONU- nações de todo o mundo vão debater a perda da biodiversidade, prejuízo que afeta não só animais e plantas (como muitos preferem simplificar a questão), mas interfere de maneira crucial na manutenção da vida do homem e no equilíbrio de todo o planeta.</p>
<p>Para se ter uma ideia do tamanho do prejuízo, as perdas econômicas decorrentes do processo de redução de espécies alcançam uma cifra anual entre U$ 2 e US$ 4,5 trilhões, segundo pesquisadores do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).</p>
<p>O encontro no Japão vai reunir as nações megadiversas (grupo dos 17 países que abrigam a maioria das espécies da Terra e juntos detêm cerca de 70% de toda a biodiversidade do planeta, entre eles o Brasil), as principais potências econômicas mundiais e outros 100 países aproximadamente. O objetivo é tentar encontrar soluções que possam surtir efeito rápido (ou pelo menos de médio prazo), a fim de evitar novos colapsos ambientais ao redor do planeta.</p>
<p>Durante a COP-10, o Brasil vai assumir um protagonismo, pois pretende reafirmar o pacto entre os países signatários da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), para o cumprimento das metas estabelecidas tanto na Rio-92 quanto em Johannesburgo (África do Sul), em 2002.</p>
<p>Vai ainda defender a bandeira da repartição de benefícios oriundos do patrimônio genético da biodiversidade, principal ponto pretendido pelos megadiversos na convenção.</p>
<p>Segundo a secretária de Biodiversidades e Florestas do MMA, Maria Cecília Wey de Brito, muitas reuniões preparatórias têm sido realizadas pelas 17 nações megadiversas, com o objetivo de se estabelecer uma proposta comum.</p>
<p>A questão da compensação financeira pelo conhecimento obtido a partir da biodiversidade,no entanto, é motivo de controvérsia. Ganhou manchete dos jornais o caso do cupuaçu, que teve um pedido de patente registrado no exterior por uma empresa japonesa, apesar de ser uma planta típica da Amazônia.</p>
<p>Por meio da contestação de entidades ambientalistas nos escritórios de patentes internacionais, foi impedida a aprovação do registro, pois as aplicações do produto já eram, desde há muito, de domínio dos índios e das comunidades tradicionais amazônicas, e não envolviam nenhum tipo de inovação que justificasse o direito de sua exploração pela companhia japonesa.</p>
<p><strong>Diversidade global em declínio</strong> &#8211; De acordo com o terceiro relatório do Panorama da Biodiversidade Global (GBO3, em inglês), divulgado no começo de maio pelas Nações Unidas (cuja versão em português será lançada em 21 de maio pelo MMA), nenhum país cumpriu integralmente as metas de redução da perda da biodiversidade em seus territórios entre 2002 e 2010.</p>
<p>O documento é um relatório oficial da Convenção sobre Diversidade Biológica, estabelecida em 1992, e vai pautar as discussões entre os chefes de Estado participantes da Cúpula da Biodiversidade no Japão. O ponto mais preocupante deste estudo revela que a perda da biodiversidade global está alcançando um patamar quase irreversível.</p>
<p>Entre 1970 e 2006, por exemplo, o número de indivíduos de espécies de vertebrados teve umdeclínio de 30% em todo o mundo, e a tendência, segundo o GBO3, é de que a redução continue, especialmente entre animais marinhos e nas regiões tropicais. O relatório indica ainda que 40% das espécies de aves e 42% dos anfíbios apresentam população em queda.</p>
<p>Para reverter o quadro de sérios prejuízos ambientais e econômicos, seriam necessários investimentos em todo o planeta de aproximadamente U$45 bilhões por ano.</p>
<p>O relatório indica os cinco principais fatores de pressão sobre a biodiversidade: perda e degradação de habitats (convertidos em plantações, pastagens, áreas urbanas), mudanças climáticas, poluição, sobreexploração dos recursos naturais e a presença de espécies exóticas invasoras. As intervenções humanas em lagos de água doce também foram apontadas como outro fator importante, pois devido ao acúmulo de nutrientes, inúmeras espécies de peixes foram levadas à morte em larga escala.</p>
<p>A acidificação e poluição dos oceanos também vitimam os recifes de corais, o que descaracteriza o ecossistema marinho. Nas grandes regiões do mundo, os habitats naturais continuam a declinar em extensão e integridade, especialmente os bancos de algas marinhas, as zonas úmidas de água doce, as localidades de água congelada e os recifes de corais e de mariscos.</p>
<p>Segundo dados da World Conservativon Union (União Mundial de Conservação), a ação do homem provoca 0,2% da perda média de espécies todos os anos, que ocorre ainda por queimadas e desmatamento impulsionados pelo mercado imobiliário e/ou monoculturas de larga escala, caça e tráfico de animais. Extrativismo sem manejo adequado e mineração, dentre outros fatores de intervenção antrópica, também são causas crescentes do processo de extinção, por acompanharem as necessidades de uma população humana que, segundo estatísticas da Organização da Nações Unidas, é de 6,5 mil milhões, com perspectivas de aumento para 7 mil milhões até o ano de 2012.</p>
<p>De acordo com o secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica, Ahmed Doghlaf, a perda da biodiversidade ocorre em uma velocidade sem precedentes. &#8220;As taxas de extinção podem estar mil vezes acima das médias históricas&#8221;, alerta.</p>
<p>Apesar de o GBO3 ressaltar o aumento considerável das áreas de proteção ambiental ( 82% estão em áreas marinhas e 44% em regiões terrestres), e o progresso significativo da preservação de florestas tropicais e manguezais, dados do documento revelam que estas medidas não foram suficientes para alcançar a meta estabelecida.</p>
<p><strong>Ações brasileiras</strong> &#8211; Há ainda outros pontos do documento do Pnuma considerados críticos.A Amazônia é citada como área sujeita a danos irreparáveis, em parte motivados pelo desmatamento e queimadas, e por outro, pelas mudanças na dinâmica regional das chuvas e extinção de espécies.</p>
<p>O Brasil é citado como exemplo no que diz respeito à criação de áreas protegidas (unidades de conservação). Dos 700 mil quilômetros quadrados transformados em áreas de proteção em todo o mundo, desde 2003, quase três quartos estão em solo brasileiro, resultado atribuído em grande parte ao Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).</p>
<p>Para 2010, já está em fase de análise a criação de novas áreas protegidas: 3.044.000 hectares no Cerrado; 868.192 hectares no Pantanal; 600 mil hectares no Pampa e mais de 1.200.000 hectares na Mata Atlântica.</p>
<p>Outra estratégia fundamental adotada pelo Brasil para combater o desmatamento e a extinção de espécies decorrente desta prática é o monitoramento por satélite de todos os biomas brasileiros, procedimento que, até 2008, era realizado apenas na Amazônia e em parte da Mata Atlântica.</p>
<p>Com a identificação e controle das principais causas do desmatamento na região, em 2009, a devastação da floresta teve o menor índice (43% mais baixo) dos últimos 20 anos.</p>
<p>Os primeiros resultados sobre o Cerrado e Caatinga, levantados entre 2002 e 2008, já foram lançados, mostrando que quase metade da cobertura vegetal original destes biomas já foi destruída. Para este ano, serão divulgados os dados referentes à cobertura vegetal do Pantanal, Mata Atlântica e Pampa, referentes ao mesmo período.</p>
<p>Por meio do monitoramento, é possível estabelecer planos de ação de fiscalização, controle e combate ao desmatamento, bem como levar alternativas sustentáveis às regiões onde o desmate ainda é muito praticado.</p>
<p><strong>Exóticas e invasoras</strong> &#8211; Também foi lançada, em 2009, a Estratégia Nacional sobre Espécies Exóticas Invasoras. O programa vai orientar as diferentes esferas do Governo a fim de mitigar e prevenir os impactos negativos destas espécies sobre a população humana, os setores produtivos, o meio ambiente e a biodiversidade.</p>
<p>Os eixos deste plano são a prevenção da introdução de novos indivíduos, bem como a mitigação da presença dos mesmos em biomas e bacias hidrográficas do Brasil. Atualmente, as invasões biológicas causadas por espécies exóticas invasoras são consideradas a segunda maior causa de perda da biodiversidade biológica do planeta, perdendo apenas para a destruição de habitats.</p>
<p>No Brasil, os custos decorrentes dos impactos causados por estas espécies atingem cerca de U$ 50 bilhões ao ano. Entre elas, podemos citar o mosquito da dengue, o mexilhão dourado, o caracol gigante africano, a uva-do-japão, o capim-annoni e o amarelinho.</p>
<p>Também tem sido feita a atualização de listas de espécies brasileiras ameaçadas de extinção (fauna e flora), que servem como alerta e instrumento de monitoramento da política de conservação destas espécies. &#8221; O número de espécies em extinção está aumentando, o que é um sinalizador preocupante, pois demonstra que o objetivo de reduzir a taxa de extinção não tem sido alcançado&#8221;, avalia João de Deus Medeiros, diretor do Departamento de Florestas do MMA.</p>
<p>Fundamentais para a conservação e recuperação de espécies ameaçadas de extinção (um dos principais compromissos dos países durante a CDB), estes levantamentos funcionam como instrumentos de implementação da Política Nacional da Biodiversidade, que inclui as Listas Nacionais Oficiais de Espécies Ameaçadas de Extinção; os Livros Vermelhos das Espécies Brasileiras Ameaçadas de Extinção e os Planos de Ação Nacionais para a Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção.</p>
<p><strong>Evolução da vida</strong> &#8211; A biodiversidade é a totalidade das espécies de seres vivos de uma determinada região ou tempo, e abrange animais, vegetais, fungos e microorganismos, sendo responsável pela evolução e manutenção da vida em todos os lugares. Sua manutenção depende do equilíbrio e estabilidade de ecossistemas, e seu uso e aproveitamento pela humanidade deve, necessariamente, ser feito de maneira sustentável de forma a preservá-los.</p>
<p>Desde que o homem começou a interferir na natureza, a biodiversidade tornou-se a base das atividades agrícolas, pecuárias, pesqueiras e florestais e, mais recentemente, da indústria de biotecnologia. Trata-se ainda da fonte primária para remédios, cosméticos, roupas e alimentos, entre outros produtos, e é essencial para a criação de grãos mais produtivos e resistentes a pragas e a outras doenças.</p>
<p>A espécie humana é apenas uma entre 1,75 milhão de espécies de vida conhecidas. O Pnuma estima que existam pelo menos 14 milhões de espécies vivas ao redor do planeta. Alguns especialistas calculam que esse número possa chegar a 50 milhões, ou ainda mais.</p>
<p><strong>Extinção de espécies</strong> &#8211; A Convenção sobre Biodiversidade foi estabelecida em 1992, durante a ECO-92, no Rio de Janeiro, mas a meta de redução da perda da biodiversidade só foi fixada na Cúpula da Terra de Johannesburgo, em 2002. Durante o evento, os governos participantes se comprometeram a estabelecer medidas para combater a extinção de espécies.</p>
<p>Dentre os pontos acordados constam a redução da degradação de habitats, o controle de espécies exóticas invasoras (que ocasionam prejuízos de aproximadamente R $ 2,5 trilhões nas economias de todo o planeta) e transferência de tecnologia para países em desenvolvimento. Das 21 metas estabelecidas pela ONU em 2002, nenhuma está próxima de ser cumprida.</p>
<p>A Convenção sobre Diversidade Biológica foi assinada por 156 nações &#8211; atualmente foi ratificada por 192 &#8211; e estabeleceu que os países têm direito soberano sobre à variedade de vida contida em seu território, bem como o dever de conservá-la e de garantir que seu uso seja feito de forma sustentável, isto é, assegurando sua preservação.</p>
<p>Um dos temas mais defendidos pela CDB é a necessidade de repartição justa e equitativa dos benefícios derivados do uso dos recursos genéticos. Eles seriam divididos entre todos os países e populações cujo conhecimento foi chave para sua utilização. Como exemplo, comunidades acostumadas a usar plantas de sua região desde tempos remotos, como os índios.</p>
<p>Ascom / MMA</p>
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		<title>Transformando AMEAÇAS em OPORTUNIDADES.</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 00:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[“Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe
e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve&#8230; e a vida é “muito” para ser insignificante&#8221;
Charles Spencer Chaplin
Em meio à era da incerteza, nada estará garantido; assim, além de depararmos com uma constante competição, deparamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600;">“Viva! Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida com paixão, perder com classe<br />
e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve&#8230; e a vida é “muito” para ser insignificante&#8221;<br />
Charles Spencer Chaplin</span></strong></p>
<p>Em meio à era da incerteza, nada estará garantido; assim, além de depararmos com uma constante competição, deparamos também com desafios constantes; e para isso teremos que ser sábios para transformar cada desafio em grande oportunidade de aprendizado e de negócio.</p>
<p>Salienta-se que o seu sucesso dependerá muito da maneira como você irá enxergar e encarar os desafios. Tudo dependerá de sua decisão. Pensando assim, a maneira como você reage a este desafio, é determinante. Se lamentar o tempo todo, provavelmente não irá enxergar as estratégias que terá que traçar e nem o caminho a percorrer; assim, tudo ficará obscuro, levando-o ao fracasso. Caso você se sinta realmente desafiado irá “abraçar” aquela causa, envidar esforços, doar-se em demasia e então, além de enxergar o caminho de forma límpida, identificando e entendendo cada desafio, enxergará e avaliará possíveis determinantes, utilizando estratégias de forma a alcançar a superação; e isto faz do desafio uma grande oportunidade de desenvolvimento e crescimento, revertendo todo o quadro negativo.</p>
<p>Sabemos que as ameaças e os desafios são constantes, e que a competição é diária. Em meio a esta era do terceiro milênio, não há como isentar-se destes. Melhor política é, em vez de reclamar, fazer. Se for imprescindível enfrentar, que enfrente de cabeça erguida, com garra e determinação; portanto, o profissional deverá enxergar as ameaças bem como os desafios, encará-los de frente, desvinculando de seu ser o medo, a insatisfação, a aflição, a angústia, o sofrimento e todo “azedume” que porventura poderá surgir, pois, quando mal conduzidos, os desafios , assim como as ameaças, se tornam fracassos.</p>
<p>Além de ter que banir o medo e a insegurança de sua vida profissional, é preciso se antever aos fatos, enxergando o que ainda não foi visualizado por muitos, trabalhando a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática em prol da agregação de valor do produto e/ou serviço, através do desejo aguçado e da vontade de acertar, neutralizando a ansiedade, o que favorecerá bastante para a construção de algo novo ou inusitado, fazendo assim o diferencial no mercado.</p>
<p>Pensando assim, sabemos que a maneira mais fácil de vencer um desafio reside no amor. Sentir prazer e amor pelo que se faz é a chave de todo o negócio, pois, quando você ama o que faz você desperta o querer que existe dentro de você e a partir daí o caminho, além de ficar largo, fica límpido, fluindo força, coragem, perseverança, determinação e otimismo; por conseguinte, não se deixando abater diante das dificuldades, o que facilita todo o processo.</p>
<p>Somados a isso, o profissional, conhecedor de seus talentos, habilidades, capacidades e conhecimentos, deverá confiar mais em si mesmo. A auto-confiança torna-se fator sine qua non para se alcançar o sucesso. Além disso, devemos ter sempre em mente que os desafios nos revelam oportunidades de desenvolvimento e crescimento, o que contribui para nos tornarmos cada vez melhores no que fazemos.</p>
<p>É preciso lembrar que o que irá determinar o nosso sucesso diante dos desafios chama-se ação. Será a nossa ação que irá reverter todo o quadro presente encontrado. Planejar ações de forma a agregar valor e fazer o diferencial no mercado se torna imprescindível em meio a tantos desafios. Profissionais que não se planejarem correrão sérios riscos de serem esmagados pelo mercado, pois o planejamento é uma valiosa ferramenta de gestão.</p>
<p>Desta forma, ressalte-se também que o planejamento estratégico é de suma importância, uma vez que servirá de bússola, dando rumo à caminhada, proporcionando assim que o profissional seja ágil e pró-ativo, tendo sabedoria para enfrentar as ameaças, aproveitando ao máximo as oportunidades encontradas em meio à “destemperança” do mercado, visualizando e transformando seus pontos fracos em fortes, mantendo o foco e o direcionamento em prol do almejado, mas agindo com rapidez em meio às mudanças.</p>
<p>Por fim, deve-se adotar uma nova postura diante a tantos desafios; e isto se torna, além de imprescindível, emergencial a qualquer profissional que deseja pelo menos sobreviver no mercado competitivo.</p>
<p>À vista do exposto, é importante lembrar que para você vencer qualquer desafio e /ou ameaça você depende de uma e única exclusiva pessoa: você.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC &#8211; Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>INTRIGA! A erva daninha que destrói uma organização.</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 13:19:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Um clima saudável aceita a diferença de opinião, a discussão acalorada e até um certo nível de estresse, mas repudia fatos desagregadores como assédio moral, intriga e estrelismos. Coisas assim, não fazem parte da ordem do dia nas empresas que têm, em sua cultura, uma vantagem competitiva”. Eugênio Mussak -Revista VOCÊ S/A (Editora Abril, Fevereiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<span style="color: #ff6600;"><strong>Um clima saudável aceita a diferença de opinião, a discussão acalorada e até um certo nível de estresse, mas repudia fatos desagregadores como assédio moral, intriga e estrelismos. Coisas assim, não fazem parte da ordem do dia nas empresas que têm, em sua cultura, uma vantagem competitiva</strong></span>”. Eugênio Mussak -Revista VOCÊ S/A (Editora Abril, Fevereiro de 2007).</p>
<p>Pode-se afirmar que o século XXI, apesar de ser a era da cooperação, colaboração e união, não impede de surgir dentro da organização a erva daninha da intriga, que caminha de forma aliada com a inveja, e assim, o que se percebe é que a intriga aflora e com toda força, e isso requer de cada profissional a sabedoria no que tange ao seu gerenciamento.</p>
<p>O profissional deve agir com inteligência, não deixando que intrigas, boatos maliciosos e “fofoquinhas” prejudiquem sua vida profissional. A intriga muitas vezes surge devido ao fato da competência e do sucesso alheio que, além de magoar, produz o incômodo de “confrontar” o outro. É desconcertante observar como o sucesso incomoda muita gente incompetente. Se você parar para pensar, você irá perceber que a pessoa que faz intrigas, além de não conseguir fazer com que sua vida profissional caminhe como deseja, não possui sequer produtividade alguma, pois ocupa seu tempo em prol de “armações” tentando prejudicar as demais pessoas. A essas pessoas deve-se dar atenção especial. De início deverá ser tentado um trabalho intensivo (psicológico, terapias outras) no sentido de tentar mudar tal personalidade. Se não conseguir sucesso o único recurso é a demissão, uma vez que tais pessoas são nocivas em qualquer empresa.</p>
<p>O líder tem que ser inteligente e ter essa percepção, identificando o problema e as pessoas, para não deixar que a erva daninha, como a intriga, ganhe força, e, por conseguinte prejudique o ambiente de trabalho e a produtividade, pois, isto causaria um grande transtorno para a organização.</p>
<p>É de suma importância que o líder saiba filtrar o que escuta, tanto dos maledicentes de plantão, quanto o que escuta no corredor, pois deverá ter o máximo de cautela para não prejudicar o próximo e nem ser prejudicado.</p>
<p>Na vida profissional existem profissionais e profissionais; existem os que se entregam de corpo e alma em tudo o que se propõem a fazer, e por conseqüência alcançam o sucesso, e os que nada fazem, mas querem que o resultado “caia do céu”; então costumam querer obter o resultado esperado através da bajulação, através de boatos, traições e intrigas, ou seja, tudo que propõem é tentar derrubar o outro, a qualquer custo.</p>
<p>Podemos dizer que, no mundo dos negócios, esses pobres de espírito de plantão se tornam especialistas em fazer o mal. Esse tipo de profissional faz do mal um hábito, realizando planos mirabolantes, fazendo tudo de forma detalhada, mas não em prol da organização, e sim com o objetivo de “derrubar” o colega, o que é lamentável.</p>
<p>Por este raciocínio percebe-se que o mais interessante é que as intrigas, assim como as fofocas, têm um custo alto, pois o profissional ao fazer a intriga deixa de produzir para dedicar o seu precioso tempo em conspirar contra outros, enquanto a organização perde e muito; por conseguinte, os demais profissionais podem ficar ressentidos e aquele que é vítima da maledicência perde muito no que tange a produtividade, criatividade e melhoria contínua, tornando o ambiente de trabalho, bem como a convivência um grande obstáculo.</p>
<p>É importante ressaltar que o mais curioso é que determinados líderes deixam-se levar por determinados profissionais invejosos e maquiavélicos, não enxergando que o profissional competente prejudicado é de grande valia para a sua organização, e então se deixa consumar o “arrastar do tapete”, sendo que nessa história quem acaba sendo o maior prejudicado, talvez, seja a própria organização, pois, se assim o for, deixa de ganhar um grande profissional, que com certeza contribuiria muito para que sua organização decolasse no mercado.</p>
<p>Sabedor de que o maior bem que uma organização possui são os profissionais que a compõem, este líder deve reconhecer determinados limites e saber de fato gerenciar, mostrando aos “joios” de plantão que, quem é o líder da organização é ele. É ele quem de fato rege a orquestra, pois ele é o maestro da organização e não a erva daninha a ser eliminada; caso contrário, as intrigas e fofocas ganharão força total e irão muito mais além, causando dificuldades e transtornos à empresa.</p>
<p>Nesse contexto, o profissional deve conscientizar que está no serviço para trabalhar, para contribuir com a organização com seus conhecimentos, habilidades e talentos; portanto, está em prol da organização, está sendo remunerado para realizar suas atribuições. E o mínimo que se tem a fazer é esquecer a vida alheia e dedicar-se muito, desempenhando suas funções de modo a alcançar resultados além do esperado; portanto, deve-se manter o foco no trabalho e não nas fofocas e intrigas.</p>
<p>Será necessário enfatizar que, nesta era de desafios, era da incerteza, era de grande competitividade, este tipo de profissional “intriguento”, o qual não se conseguiu recuperar com iniciativas na empresa (já citadas acima), deve ser banido da organização, uma vez que o mesmo não é um colaborador, assim como não representa uma soma dentro da organização, sendo um inimigo da organização em potencial, levando todos, bem como a própria organização, ao inevitável naufrágio.</p>
<p>Isto posto, o líder deverá saber administrar este problema, pois as fofocas e as intrigas irão desencadear conflitos, e se o mesmo não estiver disposto a passar por um estresse e/ou por um desgaste desnecessário, estas intrigas poderão impulsionar a demissão voluntária de um exímio profissional, fazendo assim com que a organização, além de perder grandes talentos, fique comprometida perante o mercado.</p>
<p>Em resumo, todos saem perdendo, quando o propósito é ganhar!</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC &#8211; Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>Sendo um Líder Visionário!</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 13:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Os grandes líderes são como os melhores maestros &#8211; eles vão além das notas para alcançar a mágica dos músicos.&#8221;
(Blaine Lee)
Nos dias atuais, com excessiva competição, torna-se de fundamental importância conhecer e compreender as necessidades dos clientes e ser, além de um intra-empreendedor, um líder visionário, líder este, focado no futuro, possuidor de uma visão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="color: #ff6600;"><strong>Os grandes líderes são como os melhores maestros &#8211; eles vão além das notas para alcançar a mágica dos músicos.</strong></span>&#8221;<br />
(Blaine Lee)</p>
<p>Nos dias atuais, com excessiva competição, torna-se de fundamental importância conhecer e compreender as necessidades dos clientes e ser, além de um intra-empreendedor, um líder visionário, líder este, focado no futuro, possuidor de uma visão micro e macro do negócio e do mercado, capaz de discernir e prever se antevendo ao futuro.</p>
<p>Podemos ressaltar que este profissional é indispensável numa empresa que quer ser competitiva no mercado. Para tal, deve-se identificar o profissional que tenha tal talento e tê-lo a todo custo na empresa. Mas deve-se, igualmente, ter extremo cuidado e saber distinguir um “visionário realista” de um “visionário delirante”. Nem sempre isso é fácil, já que a fronteira entre o “ousar de forma conseqüente e com pé no chão” e o “ousar de forma delirante e onírica” é bem tênue. Grandes idéias que foram ousadas e deram certo são diferentes de idéias delirantes que submergiram uma empresa. Testes psicológicos específicos podem ajudar na seleção de um profissional com as características de líder visionário conseqüente. Outra estratégia para preservar a empresa de aborrecimentos futuros é acatar idéias novas desse profissional recém-contratado e a quem se atribui a característica de “líder visionário”, mas que tenham baixo impacto nos negócios da empresa. À medida que a confiança cresce, idéias mais ousadas e de maior impacto podem ser aceitas.</p>
<p>Dentro desse contexto, através de um comportamento dinâmico, ativo, e pró-ativo no exercício da função, observa-se que, o líder visionário é capaz de enxergar oportunidades onde ninguém as vê, e, por conseguinte, obter além do resultado esperado, poder, fazendo assim, o seu diferencial.</p>
<p>Nesse sentido, à medida que enxerga a realidade em que a empresa está inserida, e através do exercício do pensar e do repensar sobre o posicionamento da empresa frente ao mercado, o líder visionário possui a capacidade de não apenas desvendar a realidade existente, mas de realizar adaptações, bem como provocar mudanças necessárias e, em tempo hábil, transformar a realidade encontrada, criando e inovando sempre, colocando em prática suas idéias e procurando realizar um verdadeiro trabalho em equipe preocupando-se em atuar de forma a estabelecer parcerias com todos os stakeholders, com a finalidade de desenvolver, crescer e melhorar cada vez mais a empresa no qual exerce sua função através da pró-atividade.</p>
<p>Deve-se ressaltar também que, por meio de sua autoconfiança, se permite correr riscos, ousar e até mesmo errar, o que contribui para que a empresa não apenas alcance resultados além do esperado, mas esteja um passo à frente das ameaças do mercado.</p>
<p>Através de sua competência, habilidades e conhecimentos, o líder visionário passa a ser um exemplo para a empresa, pois, além de ter uma clara visão de onde quer chegar e qual o caminho a percorrer, não perde o foco e nem a visão um instante sequer; possui um incansável entusiasmo, irradiando luz e energia a todos ao seu redor, incentivando e conseguindo mobilizar todos a prosseguirem a caminhada em prol de objetivos comuns, e com muita garra e muita vontade de vencer, se esforça ao máximo em prol da empresa, dando o melhor de si e sendo um agente de mudanças assim como um agente transformador, dando sempre a sua contribuição de forma perene e deste modo conduzindo a empresa à “decolagem” frente ao mercado.</p>
<p>Somados a isso, o líder visionário, além de ser cheio de sonho e de fé, acredita piamente no resultado favorável e correspondente a seus ideais, enxerga “anos-luz” à frente dos demais profissionais, o que o permite transformar dificuldades, obstáculos e ameaças em oportunidades, fazendo destes entraves um “trampolim”.</p>
<p>Sabedor de que, apenas através da soma é que se consegue um bom resultado, o líder visionário, além de deixar claro para todos da empresa a sua visão e a sua proposta de trabalho, age de forma bastante otimista e não se deixa abater pelos obstáculos e dificuldades encontradas, esbanjando sempre muita energia, muito entusiasmo e muita vontade de fazer acontecer, ficando sempre bem atento ao seu propósito e, dessa forma, surpreendendo sempre os demais profissionais com os resultados alcançados.</p>
<p>Um outro aspecto que devemos ressaltar é a sua transparência no exercício da função, sua boa comunicação e seu poder de persuasão. Envolve todos ao seu redor despertando e criando um forte espírito de equipe, onde todos, ou a maioria, aprende a admirá-lo por sua sabedoria; assim, possui o poder de converter tanto os clientes internos quanto os clientes externos em fãs incondicionais, levando todos os envolvidos a abraçarem e a defenderem determinada causa.</p>
<p>Somados a isso o líder visionário geralmente é cercado por pessoas que compartilham de sua visão e que contribuem de alguma forma para fazer das probabilidades possibilidades, das idéias e dos projetos, realidade.</p>
<p>Como é bastante focado, tem um propósito definido, não admite ser disperso. Assim, com a cabeça erguida e os pés no chão, exerce o papel de mediador, orientando e fornecendo aos demais, subsídios no que tange ao alcance dos resultados; portanto, transfere simultaneamente o papel de líder aos liderados, somando forças juntamente com toda equipe e mantendo sempre o foco no alvo a ser atingido, não se deixando dispersar e nem se abater frente às dificuldades.</p>
<p>Entretanto, é muito exigente e, por conseguinte, não consegue agradar a todos, mas, os profissionais que permanecem ao seu lado, são extremamente motivados, satisfeitos e comprometidos.</p>
<p>Finalmente, reconhece que está de passagem pelo cargo de liderança; portanto, tem a humildade para reconhecer que está na liderança para servir, para somar forças e assim, cria e articula sua visão envolvendo os demais profissionais da empresa, procurando fazer o que for preciso em prol da eficiência, eficácia, e melhoria contínua, procurando sempre realizar um trabalho conjunto para acertar o alvo, perseguindo assim, o objetivo desejado.</p>
<p>Diante do exposto constata-se que, em meio a trajetória neste mercado selvagem, é de suma importância que a empresa seja composta e apóie líderes visionários, pois, são profissionais, altamente comprometidos e de visão estratégica intensa, o que constitui em uma vantagem competitiva e contribui para que a empresa faça a diferença e decole no mercado por um período mais longo de tempo.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC &#8211; Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>ENVOLVIMENTO E COMPROMETIMENTO: Duas “Ferramentas” Humanas Imprescindíveis!</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Aug 2008 13:51:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[compromisso]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor!”
( Johann Wolfgang Von Goethe)
Nos dias atuais, além da qualificação, o diferencial é percebido através da atitude do envolvimento e do comprometimento dos profissionais envolvidos para com a empresa.
Sabedor de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="color: #ff6600;"><strong>Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor!</strong></span>”<br />
( Johann Wolfgang Von Goethe)</p>
<p>Nos dias atuais, além da qualificação, o diferencial é percebido através da atitude do envolvimento e do comprometimento dos profissionais envolvidos para com a empresa.</p>
<p>Sabedor de que o maior ativo intangível de uma empresa se concentra na soma de habilidades, conhecimentos e competências existentes nos profissionais desta mesma empresa, de pronto se verifica que o profissional comprometido e altamente engajado no que se propõe a fazer, é capaz de conduzir a empresa à emersão no mercado; portanto, é de suma importância conscientizar-se que, além de valorizar tais profissionais, torna-se necessário realizar investimentos e promover programas de incentivos que contribuem e direcionem o profissional a sentir-se motivado para que o mesmo possa “mergulhar” no trabalho se entregando de corpo e alma, e assim, apresentar resultados mais do que esperados.</p>
<p>Deve ser lembrado, contudo, que o profissional envolvido possui, acima de tudo, uma preocupação com o seu nome e com sua reputação, dando assim, uma atenção toda especial no que tange à sua carreira profissional; por conseguinte, realiza suas atribuições com muita responsabilidade e participa de modo ativo no que se propõe a fazer, uma vez que tem um nome a zelar.</p>
<p>Por outro lado, é preciso ser lembrado também que, o profissional comprometido, além de se preocupar e de se comprometer com o seu nome, zelando pelo mesmo, também se preocupa e zela da mesma maneira pelo nome e reputação da empresa, preocupando-se de maneira constante com a missão, visão e cultura organizacional, bem como com os valores e princípios norteadores da empresa no qual exerce suas funções, preocupando-se de forma constante com o desempenho desta empresa frente ao mercado, atuando assim, com muita responsabilidade, muito afinco, muita paixão pelo exercício da função, muita admiração pela empresa em que atua, muito respeito e com muita vontade de fazer acontecer, trabalhando com muito envolvimento e prazer.</p>
<p>Somando-se a isso, o profissional comprometido atua como um intra-empreendedor, ou seja, trabalha na empresa de outrem como se a empresa fosse a sua; assim, além de conhecer e compreender de fato a empresa em que atua, bem como seus modelos de gestão, é um profissional pró-ativo, “antenado”, atuando sempre de forma a interferir e a realizar mudanças em prol da melhoria contínua, contribuindo então, para com o desenvolvimento e crescimento da empresa, conduzindo-a à emersão.</p>
<p>Conscientes de que a ascensão de uma empresa está ligada primordialmente aos Recursos Humanos nela existente, e que o comprometimento constitui em vantagem competitiva, torna-se necessário dar uma atenção especial no que tange a seleção, recrutamento, inserção destes profissionais no departamento adequado, capacitação e trabalho em prol da manutenção dos melhores, não se esquecendo de sempre fazer uma aliança entre desenvolvimento profissional com desenvolvimento organizacional.</p>
<p>Contudo, é preciso ter em mente que o comprometimento se consegue quando existe satisfação e paixão no exercício da função. É nessa condição que se verifica a doação, a entrega; todavia, é de suma importância que a empresa propicie um ambiente estimulador e que contemple um clima além de desafiador, agradável, onde possa despertar nos integrantes, o desejo, a vontade e o prazer no exercício de suas funções. Enfim, é essencial um ambiente de troca entre os profissionais comprometidos e o reconhecimento pela empresa, que deverá corresponder a esse esforço e dedicação materializando-o em benefícios pecuniários e outras vantagens importantes para o profissional, como por exemplo, plano de saúde, entre outros. Sabidamente um profissional que se sente “amparado” e reconhecido pela empresa, mas sem qualquer paternalismo, é naturalmente um profissional comprometido.</p>
<p>É imprescindível perceber que, trabalhar não pode jamais ser sinônimo de sofrer, pois, se assim o for não constituirá em nenhum benefício, nem ao ser humano e nem à empresa; ao contrário, o ato de trabalhar deverá ser sinônimo de desenvolvimento, crescimento e prazer; assim, além de se constituir em inúmeros benefícios ao ser humano e à empresa, deixará de ser um fardo.</p>
<p>Diante desse mercado altamente competitivo e cruel, a empresa não poderá ser uma “pãe”, ou seja, atuar como se fosse um verdadeiro pai e mãe de seus profissionais; contudo, deverá saber selecionar seu “time”.</p>
<p>Dessa forma, é preciso conscientizar-se que deverá permanecer na empresa apenas os exímios profissionais, profissionais estes, que além de deter conhecimentos, habilidades e talentos, desempenham suas funções com muito engajamento, comprometimento e muita vontade de vencer; caso contrário, a empresa estará fadada ao fracasso.</p>
<p>Do outro lado, o profissional, deve fazer jus à oportunidade a ele concedida, não apenas se envolvendo, mas se comprometendo de fato com a empresa, selando uma parceria permanente com a mesma, de forma a ser pró-ativo, estabelecendo-se uma constância no que concerne às suas ações, de modo a compreender, estudar e avaliar a empresa perante o mercado em nível global e local, no que tange a economia, política e finanças, não se esquivando do social e do ambiental, com olhos bem abertos e atentos, de tal modo que consiga alcançar, além da qualidade dos produtos e/ou serviços prestados, eficiência, eficácia e a satisfação dos clientes, contribuindo dessa forma, não apenas para sobrevivência, mas para a ascensão da empresa no mercado.</p>
<p>Ante o exposto, insta dizer que, comprometimento e envolvimento constituem-se em um verdadeiro desafio, tanto para o profissional quanto para a empresa, pois ambos devem, além de conquistar, instigar e trabalhar em prol do comprometimento, isto se desejarem permanecer no mercado por um período mais longo de tempo.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC &#8211; Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<item>
		<title>CRIATIVIDADE: A Mola-mestra que Conduz ao Sucesso!</title>
		<link>http://www.opiniaodevalor.com.br/geral/criatividade-a-mola-mestra-que-conduz-ao-sucesso/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 13:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.”
( Peter Drucker)
A era do terceiro milênio, além de compelir, exige cada vez mais que as empresas exerçam sua criatividade e inovação em prol da adaptabilidade, melhoria contínua, eficiência e eficácia, fazendo assim seu diferencial no mercado. A criatividade, além de ser a mola-mestra que impulsiona ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="color: #ff6600;"><strong>A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo.</strong></span>”<br />
( Peter Drucker)</p>
<p>A era do terceiro milênio, além de compelir, exige cada vez mais que as empresas exerçam sua criatividade e inovação em prol da adaptabilidade, melhoria contínua, eficiência e eficácia, fazendo assim seu diferencial no mercado. A criatividade, além de ser a mola-mestra que impulsiona ao sucesso, constitui-se em uma valiosa ferramenta de gestão, sendo considerada fonte inesgotável de vantagem competitiva sustentável.</p>
<p>Hoje no mundo dos negócios a competitividade está cada vez mais acirrada, e é de suma importância que a empresa, além de propiciar um ambiente de trabalho que aflore a criatividade, propicie também um clima de trabalho harmonioso, onde toda a equipe, além de ser demasiadamente valorizada, possa atuar de forma a somar forças, conhecimentos e talentos, fazendo da improvisação, da adaptação, da imaginação, bem como, da criatividade, um trampolim para o sucesso.</p>
<p>Sabemos que a criatividade é condição inerente ao ser humano e que, a partir de seu exercício, a empresa irá realizar rupturas, inserir no mercado produtos e/ou serviços inovadores, e assim conquistar novos rumos, novos mercados, fazendo seu diferencial, agregando valor ao produto e ao serviço, conquistando com isso vantagens competitivas sustentáveis, além de proporcionar condições não apenas para sobreviver, mas, para se solidificar no mercado, a criatividade deve ser considerada dentro de qualquer empresa levando em consideração sua importância, além de preocupação, uma prioridade, tendo valor de destaque nos princípios que regem tal organização, pois, através da criatividade, surge a inovação, fator determinante de emersão no mundo dos negócios.</p>
<p>Por essa razão, além de banir o medo e a insegurança de sua vida profissional e organizacional, é preciso se antever aos fatos, enxergando o que ainda não foi visualizado por muitos, trabalhando a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática, em prol da agregação de valor do produto e/ou serviço, e através do desejo aguçado e da vontade de acertar, neutralizar a ansiedade, o que favorecerá e muito para a construção de algo novo ou inusitado, fazendo assim, o diferencial no mercado.</p>
<p>Em adição, para que ocorra a criação e a inovação, além da vontade para criar e inovar, é de suma importância sonhar, pois o sonho impulsiona o agir. É preciso também que se tenha conhecimentos para que ocorra a inovação, paixão pelo que se faz, além de pensamentos otimistas, coragem, perseverança, capacidade de correr riscos, determinação, comprometimento, dedicação, envolvimento, disciplina, muita responsabilidade, confiança e capacidade de entrega ao trabalho. Além de tudo isso é necessário se doar de corpo e alma, e ter tempo para se mergulhar de fato no que se propõe a realizar, pensando e repensando sempre as idéias e as ações, com muita vontade de fazer acontecer, constituindo-se assim então a criatividade, bem como a inovação, um desafio.</p>
<p>É fundamental salientar que, em meio a tantas mudanças e incertezas do dia-a-dia, a empresa inteligente não pode mais deixar de sonhar e vislumbrar seu lugar ao pódio, devendo sempre trabalhar de forma criativa e inovadora, transformando dessa maneira seus problemas em grandes oportunidades de negócio. Nesse diapasão, além de valorizar, incentivar e apoiar seus colaboradores a criarem e a inovarem, a empresa inteligente deve propiciar e estimular, tanto um ambiente favorável à criatividade e à reflexão, quanto um ambiente harmonioso, onde possa prevalecer, além da participação, integração, inter-relação e interação entre pessoas e departamentos, a tão sonhada sinergia. É com essa estratégia, através de uma maneira peculiar, ousada e diferente de pensar, obter entre várias alternativas aquela que a leve a um lugar de destaque, fazendo o seu diferencial.</p>
<p>Consciente de que este mercado é bastante cruel e altamente competitivo, o que se verifica é que a empresa inteligente não adormece um minuto sequer, para tanto, permanece bem atenta e com um olhar vivo no mercado, não se acomodando com o sucesso de hoje, mas trabalhando em prol da garantia do sucesso do amanhã, demonstrando demasiada confiança em si mesma, cuidando sempre para não se deixar abater pelo medo de errar, bem como pelos pessimistas e conservadores à espreita, valorizando, respeitando e escutando todos os envolvidos, e com muita ousadia, enfrentando os desafios com um sabor de vitória.</p>
<p>É adequado dizer que, se a empresa não desejar inovar, estará fadada ao fracasso, seguindo rumo à trilha da submersão e sendo conduzida em curto período de tempo à exclusão do mercado.</p>
<p> </p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC &#8211; Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>GENTILEZA: A dama do Terceiro Milênio!</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 23:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Palavras gentis podem ser curtas e fáceis de falar, mas os seus ecos são efetivamente infinitos.&#8221;
(Madre Teresa de Calcutá)
Na era do terceiro milênio, relacionar-se de maneira autêntica, educada, sincera, cordial, respeitosa, amável, simpática, paciente, delicada, cortês, solidária, afável e gentil, tendo como pilar a empatia, a polidez e o apreço por todos que nos rodeiam, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<span style="color: #ff6600;"><strong>Palavras gentis podem ser curtas e fáceis de falar, mas os seus ecos são efetivamente infinitos.</strong></span>&#8221;<br />
(Madre Teresa de Calcutá)</p>
<p>Na era do terceiro milênio, relacionar-se de maneira autêntica, educada, sincera, cordial, respeitosa, amável, simpática, paciente, delicada, cortês, solidária, afável e gentil, tendo como pilar a empatia, a polidez e o apreço por todos que nos rodeiam, é o grande trunfo.</p>
<p>Ressalto que, no mundo dos negócios, é preciso reconhecer que esta dama do terceiro milênio, denominada gentileza, além de ter vez e voz onde quer que esteja, conduz o profissional ao destaque, permitindo que o mesmo faça a diferença.</p>
<p>Desse modo, o profissional do terceiro milênio deve ser gentil com todos dentro da organização em que atua, indiferente de quem seja e da posição que ocupa; portanto, desde o porteiro até a diretoria todos devem e merecem ser tratados com gentileza.</p>
<p>No mesmo sentido, uma empresa gentil além de enobrecer-se, atrai, conquista, fideliza, retém e mantém todos os stakeholders, porque contagia todos os envolvidos,conduzindo-os a somar habilidades, esforços, conhecimentos e talentos em prol de uma mesma sintonia, alcançando assim, resultados além do esperado; assim, a gentileza, além de propiciar um ambiente de trabalho agradável e harmonioso, contribui também no sentido do profissional despertar, criar valores, pensar e repensar sua práxis, exercendo o exercício de sua função de forma prazerosa, se doando e se entregando de corpo e alma, fazendo parcerias, criando, fidelizando, compartilhando e mantendo “ laços”, firmando vínculos advindos da integração, do comprometimento e do envolvimento, o que contribui e muito para além da eficiência, alcançar a eficácia, obtendo como resultado, o rebento denominado sucesso, em tudo que se propõe a fazer.</p>
<p>Igualmente é de notório conhecimento que pequenos gestos de gentileza fazem toda a diferença, uma vez que esses possuem o poder de transformar o ser humano, a empresa e o mundo, pois trazem consigo uma verdadeira magia, capaz de encantar as pessoas ao seu redor, capaz de mudar todo um contexto; assim, além de atenuar momentos difíceis carregados de tensão e de mal-estar, é bem capaz de converter qualquer comportamento hostil em cordial, capaz de converter a desumanização em humanização e isto faz bem não apenas à alma das pessoas, mas à empresa como um todo. Desta maneira, além de gerar bem-estar, possui o poder de render bons “frutos” a todos os envolvidos; por conseguinte, é de suma importância cultuar e colocar em nossa práxis esta grande virtude denominada gentileza.</p>
<p>Trabalhar em prol do desenvolvimento desta virtude denominada gentileza se tornou fator sine qua non para obtermos um ambiente com uma atmosfera agradável, alegre e harmoniosa em nossa empresa. É importante salientar que quando agimos com gentileza, além de darmos o real valor e consideração às pessoas ao nosso redor, estamos mais dispostos a ajudar o próximo e a somar esforços, conhecimentos e talentos; por isso, a gentileza atrai, encanta e contagia as pessoas.</p>
<p>É sabido que a gentileza induz os profissionais a deixarem de lado a corrupção, o egoísmo e o individualismo. Em meio a tanta competitividade impera a busca desenfreada a todo custo pelo sucesso, o que causa estragos e danos muitas vezes irreparáveis. Logo, a gentileza provoca e conduz o profissional ao companheirismo, à ética, ao bom convívio e à integração, permitindo então que departamentos e profissionais executem suas funções de maneira mais entrosada, integrada, harmoniosa, interagida e inter-relacionada, consentindo desta forma, que dentro da empresa ocorra, além do respeito mútuo, sinergia, fator essencial para o alcance dos resultados no séc.XXI.</p>
<p>Sabedor de que um dos seus grandes benefícios é a sua contribuição para com a saúde, tanto do profissional, quanto da empresa, no que tange ao bem-estar advindo deste hábito, torna-se essencial que realizemos a monitoração de nossos comportamentos e atitudes diante dos fatos e diante das pessoas para que não apenas façamos da gentileza um hábito constante, mas também aprendamos a receber gentileza.</p>
<p>Fica evidente que em meio a tanta correria do dia-a-dia, o profissional do século XXI não poderá jamais abrir mão desta dama denominada gentileza, pois, deverá ter sabedoria suficiente para enxergar que ser gentil, faz todo um diferencial no mercado, constituindo assim vantagem competitiva.</p>
<p>Em adição ao já exposto, é importante salientar que, se o profissional do século XXI ainda não possui e/ou deixou adormecer esta valiosa virtude, o mesmo deverá repensar de forma urgente e emergente sua maneira de ser, suas atitudes e comportamentos, procurando resgatar, iniciar e cultivar este hábito; assim, começar a agir tendo como base esta grande virtude se torna compulsada aos que desejam pelo menos sobreviver neste cruel e competitivo mercado.</p>
<p>Insta dizer que o profissional do séc.XXI não se pode mais perder a oportunidade de ser gentil em nosso dia-a-dia, uma vez que o mesmo só tende a ganhar.</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC &#8211; Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>PAIXÃO: A Força que impulsiona!</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 04:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[“Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.”
(Madre Teresa de Calcutá)
É sabido que dedicação, zelo, empenho, comprometimento, envolvimento, motivação, energia, alegria, entusiasmo e eventuais dividendos, advêm da paixão pelo que fazemos. Se tivermos paixão pelo que nos propusermos a fazer não sentiremos nosso trabalho como um fardo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“<strong><font color="#ff6600">Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz</font></strong>.”<br />
(Madre Teresa de Calcutá)</p>
<p>É sabido que dedicação, zelo, empenho, comprometimento, envolvimento, motivação, energia, alegria, entusiasmo e eventuais dividendos, advêm da paixão pelo que fazemos. Se tivermos paixão pelo que nos propusermos a fazer não sentiremos nosso trabalho como um fardo, pois teremos prazer em exercer nossa função. Assim, sentir paixão pelo que fazemos constitui hoje um diferencial.</p>
<p>Insta mencionar que o ter advém do ser; pensando assim, o profissional tem maior probabilidade de conquistar e manter uma carreira sólida no mercado quando, além de ter paixão pelo que faz, realiza um “casamento” com a empresa em que se propõe a trabalhar; assim, atuará como um verdadeiro intra-empreendedor, verdadeiro profissional e parceiro da empresa, com muita paixão, muita garra, muito entusiasmo, muito respeito, comprometimento e envolvimento, se doando e se entregando de corpo e alma em prol da organização; por conseguinte, conquistará seu espaço no mercado, tendo maior chance de realizar-se profissionalmente.</p>
<p>Admite-se que, além dos títulos que estarão presentes em seu currículo, agir de forma estritamente profissional, tendo paixão pelo que se faz, sabendo se relacionar com todos os envolvidos, também se tornou um diferencial, o que permite ao profissional permanecer no mercado por um período mais longo de tempo, pois quando o profissional age com profissionalismo, além de agir baseando-se na transparência das ações, na ética, na justiça, na verdade e na honestidade, despende maior energia comprometendo-se e envolvendo-se o bastante em prol da busca constante pela excelência no exercício de sua função, observando-se uma sede permanente e insaciável em querer ser sempre um exímio profissional, zelando e cuidando de seu nome e, por conseqüência, obtendo-se maior eficiência e eficácia nas ações, conquistando maior produtividade, atuando em favor da minimização de tempo e custo e da maximização de resultados. Quando se tem paixão pelo que se faz, fica tudo muito mais fácil, porque aflora, além da empatia, a humildade, a energia, também o entusiasmo e a simpatia. Quando o profissional sabe se relacionar com todos os envolvidos, além de sempre estar aberto ao diálogo, ao invés de “subtrair”, realiza-se uma “soma” com todos os envolvidos e, assim, todos saem ganhando.</p>
<p>Desta forma, nunca é demais repetir que não podemos esquecer jamais que as empresas fazem a contratação dos profissionais observando seus conhecimentos, habilidades e talentos, mas realiza a demissão, baseando-se em suas atitudes, condutas e comportamentos; assim, a auto-avaliação constitui uma ferramenta valiosa, pois, além de propiciá-lo a oportunidade de aprendizado através dos erros, o faz repensar e analisar sempre o percurso e a forma que você profissional está caminhando, o ajudando a transformar seus pontos fracos em fortes, lhe dando segurança para não se sentir coagido diante das ameaças e adversidades que porventura surgirem em seu caminho, e o auxiliando a fazer dos obstáculos, das ameaças e adversidades, oportunidades de desenvolvimento e de crescimento, impulsionando-o a agir em favor da superação dos desafios; portanto, é preciso ter garra, determinação, ambição, para fazer dos obstáculos encontrados durante o percurso da caminhada, degraus para sua subida, não se deixando abater.</p>
<p>Nesse contexto, é bom lembrar que a perda da paixão pelo exercício da profissão e, por conseguinte a perda do entusiasmo, pode significar o início de um fim. Verifica-se que, quando se perde a paixão, perde-se também o entusiasmo e a motivação, fazendo surgir a acomodação, o desânimo e o descontentamento, levando a um desmoronamento com um melancólico fim.</p>
<p>Observa-se que em um mundo onde o mercado é altamente competitivo, o profissional que não tiver paixão pelo que faz estará fadado ao fracasso. Sem paixão não se tem motivação e sem motivação não se tem produção, inovação; portanto, não se tem um resultado favorável e esperado. Sendo assim, este profissional correrá grande risco de ser esmagado e expulso pelo mercado.</p>
<p>De todo o modo, verifica-se que quando o profissional não tem paixão pelo que faz e/ou perdeu a paixão pelo exercício de sua função, de imediato, o que este profissional deverá fazer é uma auto-avaliação, procurando encontrar respostas para os porquês. Deve igualmente analisar o caminho escolhido, a forma de caminhar, bem como seu plano de carreira, metas e objetivos traçados; torna-se imprescindível neste momento a partir do qual com certeza encontrará duas saídas, ou irá permanecer na mesma empresa onde atua, porém mudando sua postura, ou migrará para outra empresa e/ou quem sabe outro segmento profissional. O que não poderá ocorrer é este profissional assistir de camarote o naufrágio de sua própria carreira e nada fazer. Antes de ser pisoteado pelo mercado, torna-se necessário que ele tome uma atitude de caráter emergencial.</p>
<p>Somados a isso, é importante dizer que todo e qualquer profissional tem capacidade de desvendar a realidade em que se encontra e transformá-la, mas isto só é possível se o mesmo tiver interesse. Toda e qualquer mudança dependerá única e exclusivamente de você!</p>
<blockquote><p>Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC &#8211; Vale do Aço.<br />
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.<br />
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br</p></blockquote>
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