PAIXÃO: A Força que impulsiona!

Não devemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.”
(Madre Teresa de Calcutá)

É sabido que dedicação, zelo, empenho, comprometimento, envolvimento, motivação, energia, alegria, entusiasmo e eventuais dividendos, advêm da paixão pelo que fazemos. Se tivermos paixão pelo que nos propusermos a fazer não sentiremos nosso trabalho como um fardo, pois teremos prazer em exercer nossa função. Assim, sentir paixão pelo que fazemos constitui hoje um diferencial.

Insta mencionar que o ter advém do ser; pensando assim, o profissional tem maior probabilidade de conquistar e manter uma carreira sólida no mercado quando, além de ter paixão pelo que faz, realiza um “casamento” com a empresa em que se propõe a trabalhar; assim, atuará como um verdadeiro intra-empreendedor, verdadeiro profissional e parceiro da empresa, com muita paixão, muita garra, muito entusiasmo, muito respeito, comprometimento e envolvimento, se doando e se entregando de corpo e alma em prol da organização; por conseguinte, conquistará seu espaço no mercado, tendo maior chance de realizar-se profissionalmente.

Admite-se que, além dos títulos que estarão presentes em seu currículo, agir de forma estritamente profissional, tendo paixão pelo que se faz, sabendo se relacionar com todos os envolvidos, também se tornou um diferencial, o que permite ao profissional permanecer no mercado por um período mais longo de tempo, pois quando o profissional age com profissionalismo, além de agir baseando-se na transparência das ações, na ética, na justiça, na verdade e na honestidade, despende maior energia comprometendo-se e envolvendo-se o bastante em prol da busca constante pela excelência no exercício de sua função, observando-se uma sede permanente e insaciável em querer ser sempre um exímio profissional, zelando e cuidando de seu nome e, por conseqüência, obtendo-se maior eficiência e eficácia nas ações, conquistando maior produtividade, atuando em favor da minimização de tempo e custo e da maximização de resultados. Quando se tem paixão pelo que se faz, fica tudo muito mais fácil, porque aflora, além da empatia, a humildade, a energia, também o entusiasmo e a simpatia. Quando o profissional sabe se relacionar com todos os envolvidos, além de sempre estar aberto ao diálogo, ao invés de “subtrair”, realiza-se uma “soma” com todos os envolvidos e, assim, todos saem ganhando.

Desta forma, nunca é demais repetir que não podemos esquecer jamais que as empresas fazem a contratação dos profissionais observando seus conhecimentos, habilidades e talentos, mas realiza a demissão, baseando-se em suas atitudes, condutas e comportamentos; assim, a auto-avaliação constitui uma ferramenta valiosa, pois, além de propiciá-lo a oportunidade de aprendizado através dos erros, o faz repensar e analisar sempre o percurso e a forma que você profissional está caminhando, o ajudando a transformar seus pontos fracos em fortes, lhe dando segurança para não se sentir coagido diante das ameaças e adversidades que porventura surgirem em seu caminho, e o auxiliando a fazer dos obstáculos, das ameaças e adversidades, oportunidades de desenvolvimento e de crescimento, impulsionando-o a agir em favor da superação dos desafios; portanto, é preciso ter garra, determinação, ambição, para fazer dos obstáculos encontrados durante o percurso da caminhada, degraus para sua subida, não se deixando abater.

Nesse contexto, é bom lembrar que a perda da paixão pelo exercício da profissão e, por conseguinte a perda do entusiasmo, pode significar o início de um fim. Verifica-se que, quando se perde a paixão, perde-se também o entusiasmo e a motivação, fazendo surgir a acomodação, o desânimo e o descontentamento, levando a um desmoronamento com um melancólico fim.

Observa-se que em um mundo onde o mercado é altamente competitivo, o profissional que não tiver paixão pelo que faz estará fadado ao fracasso. Sem paixão não se tem motivação e sem motivação não se tem produção, inovação; portanto, não se tem um resultado favorável e esperado. Sendo assim, este profissional correrá grande risco de ser esmagado e expulso pelo mercado.

De todo o modo, verifica-se que quando o profissional não tem paixão pelo que faz e/ou perdeu a paixão pelo exercício de sua função, de imediato, o que este profissional deverá fazer é uma auto-avaliação, procurando encontrar respostas para os porquês. Deve igualmente analisar o caminho escolhido, a forma de caminhar, bem como seu plano de carreira, metas e objetivos traçados; torna-se imprescindível neste momento a partir do qual com certeza encontrará duas saídas, ou irá permanecer na mesma empresa onde atua, porém mudando sua postura, ou migrará para outra empresa e/ou quem sabe outro segmento profissional. O que não poderá ocorrer é este profissional assistir de camarote o naufrágio de sua própria carreira e nada fazer. Antes de ser pisoteado pelo mercado, torna-se necessário que ele tome uma atitude de caráter emergencial.

Somados a isso, é importante dizer que todo e qualquer profissional tem capacidade de desvendar a realidade em que se encontra e transformá-la, mas isto só é possível se o mesmo tiver interesse. Toda e qualquer mudança dependerá única e exclusivamente de você!

Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br

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    Nossos fracassos são, às vezes, mais frutíferos que os êxitos.
    (Henry Ford)

    Em um mundo globalizado, onde a competitividade é extremamente acirrada, a conduta do profissional faz toda diferença e possui o poder de estabelecer as regras do jogo; portanto, o profissional que possui uma conduta ética ao exercer sua profissão irá não apenas destacar-se dos demais, mas posicionar-se no mercado com um diferencial, o que irá contribuir e muito para que o mesmo permaneça no mercado por um longo tempo, tendo sua carreira, além de consolidada, respeitada.

    Admite-se que o profissional, cujo pilar de suas ações seja baseado na ética, além de possuir conhecimento e fazer uso do código de ética de sua profissão, age com integridade e transparência. A Integridade no exercício da função significa agir em conformidade com seus princípios morais e valores, sem prejudicar as demais pessoas em sua volta, zelando e preocupando sempre com a boa reputação de seu nome.

    Desta forma, o profissional ético, preocupa-se de forma obstinada com sua imagem, pois, tem plena consciência de que mesmo tendo muito conhecimento, competência e talento, caso obstrua sua imagem, sua permanência no mercado ficará comprometida, correndo-se então enorme risco de ser expulso do mesmo. Por esta razão, além de agir como um intra-empreendedor, preocupando em edificar a empresa onde atua, age com muita transparência e seriedade, tendo sempre o cuidado de agir em conformidade com a ética.

    De todo o modo, verifica-se que, além de ser digno de confiança, o profissional ético possui grande credibilidade, o que lhe confere a oportunidade de realizar grandes negócios; portanto, além de obter dividendos, agrega valor fazendo um diferencial, desenvolvendo produtos e/ou serviços de qualidade, atendendo e ganhando mercado, contribuindo então, não só para alavancar sua carreira, desenvolvendo e crescendo profissionalmente, como também para que a empresa onde atue deslanche no mercado avançando cada vez mais.

    Pode-se dizer que o profissional ético sabe que o resultado obtido depende da soma de esforços de vários colaboradores; por isso, além de valorizá-los, atua de forma a proporcionar um ambiente harmonioso, onde prevaleça um grandioso trabalho em equipe, onde todos possam atuar de forma integrada, inter-relacionada e interligada, dando sua contribuição através do somatório de conhecimentos, bem como de experiências, e exercendo sua função em prol dos objetivos a serem alcançados, obtendo assim resultados esperados.

    Vale enfatizar que o profissional, quando age pautado na ética, atua sempre tendo o cuidado de zelar pela transparência nas ações e pelo respeito, prezando não apenas pelo bom convívio, mas agindo sempre com profissionalismo em quaisquer circunstâncias, assumindo responsabilidades e implicações advindas do seu exercício na função. Pautado sempre pelo bom senso, democracia, solidariedade, generosidade e pela justiça, procura manter um equilíbrio dentro da organização junto aos recursos humanos, realizando uma tomada de decisão de forma mais consciente.

    Aparentemente trata-se de um conjunto de virtudes um tanto difícil de encontrar-se em uma só pessoa. Ocorre que a ética é a mãe de todas elas. Se um funcionário é ético, por princípio, as outras virtudes podem ser desenvolvidas ou estimuladas. No lado oposto, se o profissional não tem caráter, dificilmente se pode conseguir algo produtivo dele. Assim, não é difícil ter em uma empresa um time de pessoas de qualidade, mas inexoravelmente todos devem ser éticos como qualidade primordial.

    É de conhecimento geral que a discussão sobre a ética no terceiro milênio ficou ainda mais evidente; por conseguinte, a necessidade do zelo, tanto pela imagem do profissional quanto pela imagem da empresa, emergiram e emergem cada vez mais; assim, é preciso lembrar a todo instante que “arranhões” na imagem deixam cicatrizes, o que não é nada bom; logo, profissionais e empresas devem estar comprometidos em atuar sempre pautados nos valores e princípios éticos; desta forma, cultivar a ação ética em nossa vida profissional deve ser hoje mais do que uma preocupação, mas uma obrigação, sendo inerente a todos os profissionais e empresas que desejam permanecer por um longo período no mercado e de forma respeitada, conduzindo assim à sua solidificação.

    Ademais, é preciso lembrar que antes do colaborador ser um profissional, este é um ser humano que, além de deter conhecimentos, habilidades e talentos, possui anseios, necessidades, valores e princípios, e que a ética é inerente ao ser humano. Pensando assim, a missão, a visão e a cultura organizacional, bem como o programa de ética de uma empresa, deverão ser muito bem elaborados e definidos, pois irá nortear todas as ações, definindo rumos e a maneira de caminhar, bem como estratégias, princípios e condutas a serem seguidas.

    A esse respeito, julgo oportuno salientar que, com o objetivo de coibir a prática antiética dentro de qualquer empresa, o profissional que não agir em conformidade com a ética na organização deverá ser punido, correndo-se então, o risco de ser banido não só da empresa onde exerce sua função, como também do mercado, o que poderá comprometer toda sua carreira profissional.

    Todas essas ponderações levam à seguinte conclusão: as empresas fazem a contratação dos profissionais observando seus conhecimentos, habilidades e talentos, mas realiza a demissão baseando-se nas suas atitudes, condutas e comportamentos, portanto, uma auto-avaliação ajudará e muito ao profissional que queira permanecer neste mercado incerto, no momento em que através da auto-avaliação o profissional poderá além de rever, repensar, reavaliar a si próprio e mudar, conscientizando-se de que, se agir de forma ética, poderá evitar dissabores e contratempos futuros.

    Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
    Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
    Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br

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    … reconhece a queda, e não desanima, levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima.”
    (Paulo Emílio Vanzolini - compositor– Música: Volta por Cima)

    A palavra resiliência contém em si uma conduta essencial a qualquer profissional que se encontra no terceiro milênio e que deseja sobreviver neste mercado globalizado e de grande competitividade, que é a autoconfiança. Autoconfiança no exercício da função é hoje, mais do que nunca, fator sine qua non de sucesso. A superação dos obstáculos advém de uma força motriz que é considerada indispensável nos dias atuais, força esta que o impulsiona a agir, fazendo com que o profissional acredite em seu potencial, sendo denominada autoconfiança.

    Resiliência é um termo encontrado na Física, que configura a capacidade que um corpo possui de, logo após ser submetido a um impacto, retornar ao seu estado normal sem se desconfigurar.

    Assim, o profissional resiliente, após ter enfrentando uma série de problemas, crises e/ou dificuldades em sua vida profissional, através da autoconfiança, possui forças para seguir em frente, não “remoendo” o acontecido e nem focando o problema, mas sim com olhares e foco na solução do mesmo.

    É sabido que em meio a esta era de mudanças e incertezas, o profissional resiliente é cada vez mais cobiçado pelas empresas do terceiro milênio, pois, além de saber lidar e gerenciar as dificuldades, crises, e/ou problemas que porventura aparecerem no decorrer da caminhada, sabe lidar com os imprevistos, sabe resistir aos entraves, às mudanças e às pressões, mantendo o equilíbrio emocional nos momentos de tensão e fazendo deste momento crucial uma lição para sua vida, não se entregando, e muito menos se deixando abater e/ou desanimar e até mesmo se autodestruir diante das adversidades; logo, encara as adversidades de frente, com um discurso otimista, porém realista, fazendo das adversidades, oportunidades.

    Somados a isso, diante das adversidades, dificuldades, crises e/ou problemas encontrados, o profissional resiliente avalia com muita clareza seus pontos fracos e atua com todo afinco para transformá-los em pontos fortes, promovendo adaptações imediatas, visualizando os problemas como oportunidades e assim, não só contornando, mas também revertendo toda situação negativa existente e por conseqüência, se erguendo novamente; desta forma, as dificuldades e/ou problemas passam a ter uma conotação diferente, pois, além de impulsioná-lo a se auto-avaliar, provocam mudanças e são percebidos como oportunidades.

    Nota-se que, através do exercício do pensar e do repensar, o profissional resiliente se auto-avalia, muda a forma de enxergar o problema e alcança o aprendizado; por conseguinte, mudam-se as atitudes, posturas e condutas diante da vida pessoal e profissional, uma vez que este profissional se torna mais flexível e criativo, além de ter uma capacidade maior para tomar iniciativa e de realizar adaptações, de resistir às pressões e de superar os problemas; desta forma, não somente promove o seu auto-desenvolvimento, como também contribui e muito para promover o desenvolvimento organizacional.

    É importante salientar que o profissional resiliente, sabe compartilhar com sua equipe seus objetivos, anseios, problemas, crises e/ou adversidades, uma vez que enxerga cada profissional em sua volta como um ser pensante e inteligente, capaz de ajudá-lo a transpor e a superar cada obstáculo encontrado, fazendo de cada obstáculo um desafio e, com muita garra, muita vontade de vencer e com muito otimismo, porém, de forma realista, conduz e promove a integração entre todos os envolvidos, que através de reuniões expõem-se a real situação, promove discussões, apontam-se estratégias, alternativas, pontuam as forças e fraquezas, enfim, realiza-se um diagnóstico do problema vivenciado, fazendo uma auto-avaliação, pontuando também as causas e conseqüências do mesmo, tomando iniciativas em tempo hábil, visualizando soluções; contudo, tendo sempre o cuidado de fazer deste momento um somatório de forças, em prol da concretização do esperado.

    Diante da exigência do mercado, é fato notório que hoje cada profissional, se quiser sobreviver em qualquer empresa, deverá ser um intra-empreendedor, tendo como uma das características marcantes a resiliência. Por outro lado, é de se esperar que empresas optem por possuir em seu quadro funcionários resilientes, uma vez que através destes alcançarão o desenvolvimento, bem como o crescimento organizacional esperado, tendo maior chance de permanecerem neste mercado altamente competitivo que ai está. Portanto, é de suma importância que o profissional perceba que atitudes resilientes fazem toda a diferença, caso contrário, este profissional, assim como a empresa, correrá o risco de ser esmagado e expulso do mercado.

    Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
    Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
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    Nosso objetivo nesta vida não é o de estar sempre à frente das outras pessoas, mas sim, à frente de nós mesmos, para quebrar os nossos próprios recordes e para superar nosso ontem com o nosso hoje.
    (Stewart B. Johnson)

    A palavra assertividade traz em seu cerne uma conduta imprescindível para qualquer profissional que se encontra no terceiro milênio e que queira pelo menos sobreviver neste mercado globalizado e altamente competitivo, que é a transparência. Transparência no exercício da função é hoje, mais do que nunca, essencial para que se obtenha eficiência, eficácia e, por conseqüência, desenvolvimento e crescimento, tanto profissional como organizacional.

    O profissional assertivo possui, além de um equilíbrio emocional muito grande, muita transparência em suas ações, tendo sempre cautela ao agir para não magoar ou ferir o próximo. As condutas e atitudes deste profissional são baseadas no problema e não nas pessoas envolvidas, agindo sempre de modo profissional e imparcial, com cuidado, para não cometer injustiças, policiando–se sempre para não agir de maneira tendenciosa. Esse profissional, além de saber reconhecer os seus limites e o seu valor, faz valer não somente os seus direitos e deveres como também os das demais pessoas presentes em seu meio e principalmente daquelas que estão sob o seu comando, que compõem sua equipe de trabalho.

    Não é segredo algum dizer de igual forma que o profissional assertivo sabe aonde se quer chegar, qual o caminho a percorrer e como caminhar; portanto, defende uma única postura diante de si próprio e diante da vida. Bastante comprometido com suas metas e objetivos, cria, firma e mantêm uma relação de parceria consigo próprio bem como com as demais pessoas em seu meio, procurando sempre mostrar-se de corpo inteiro, com muita autenticidade e de maneira não agressiva.

    As atitudes de um profissional assertivo são baseadas no respeito, na pro atividade, na educação, na verdade, na justiça, na ética, na confiança, na sinceridade, na autenticidade, na integridade, na empatia e principalmente na transparência, agindo de forma a não deixar dúvidas quanto ao que pensa, sente e deseja, cuidando sempre para que suas atitudes e condutas estejam condizentes com seus valores e princípios, tendo a preocupação e o cuidado de aferir se está sendo honesto consigo próprio, defendendo os seus interesses e direitos, mas tendo a cautela de não ignorar e/ou violar os direitos e os interesses dos demais.

    Somados a isso, o profissional assertivo é extremamente sincero e honesto. Portanto, quando diz um sim e/ou um não, concorda e/ou discorda de fato, mas sempre possui a sensibilidade de considerar e de valorizar o pensamento do outro; contudo, demonstra de forma verdadeira e autêntica sua posição diante dos fatos, tendo a sabedoria de ser pró-ativo, se antevendo aos fatos, se planejando para evitar futuros transtornos que por ventura cruzarão o seu caminho.

    É fato notório que a assertividade é uma das competências emocionais mais exigidas no que tange ao exercício da função; é essa a razão pela qual o profissional do século XXI deve conscientizar-se que a assertividade nos dias de hoje faz a diferença e que é possível aprender ser assertivo, requerendo apenas buscar conhecimentos e aplicá-los no dia a dia; no entanto é preciso de início ter interesse em ser assertivo, logo, é necessário querer e em seguida é necessário ter coragem e determinação para que ocorra a verdadeira mudança.

    Quanto aos erros e/ou falhas que por ventura ocorrerem no decorrer da caminhada contribuindo para deixá-lo insatisfeito, deverão ser imediatamente reconhecidos e em seguida deverão ser tomadas medidas cabíveis e de cunho assertivo. É de fundamental importância que se tenha em mente o exercício do pensar e do repensar, pois a auto-avaliação de forma contínua faz parte de todo esse processo que envolve a assertividade.

    Consciente de que hoje vivemos em um mundo repleto de mudanças e incertezas, o profissional assertivo age pautado na flexibilidade; assim,quando a situação exige, a mesma é acionada; por conseguinte, é sábio no exercício de sua função, banindo o rigor quando preciso.

    Não obstante, sabemos que os benefícios advindos da assertividade são inúmeros, e dentre estes podemos destacar:
    a) a sensação de bem-estar e a de dever cumprido consigo próprio e com os outros,
    b) o desenvolvimento bem como o crescimento pessoal e profissional como conseqüência da exposição feita de forma clara, sem inibição e/ou temor do que se pensa, quer e/ou sente, bem como da defesa de seus direitos,
    c) eficiência e eficácia nas ações contribuindo para com o desenvolvimento e crescimento organizacional decorrente da transparência nas ações,
    d) relacionamento interpessoal aberto tendo como pilar a sinceridade, a confiança, a empatia, a autenticidade e a transparência em prol da harmonia e da solidez, dizendo sempre a si próprio um não a agressividade,
    e) equilíbrio emocional,
    f) comunicação interpessoal assertiva e baseada na maturidade dos relacionamentos, conseguindo-se comunicar de forma objetiva, honesta e sem constrangimento, cuidando sempre para considerar os sentimentos do outro, colocando-se sempre na posição do outro, tendo demasiada atenção para não deixar nada de forma obscura, mas que tudo fique esclarecido,
    g) ação pautada na educação e no respeito, respeito a si próprio e aos outros também, monitorando-se o tempo todo quanto à forma de falar, pois ele sabe que esta faz toda a diferença.

    Assim, é bom lembrar que a competência assertividade é hoje mais do que nunca imprescindível a um grande profissional, e para ser um profissional assertivo você irá depender única e exclusivamente de uma só pessoa: VOCÊ.

    E o maior beneficiário será VOCÊ!

    Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
    Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
    Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br

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    Procure relacionamentos e comunidades que reforcem seu compromisso de adotar escolhas que promovam a vida“.
    (David Simon)

    A palavra networking traz em seu cerne um conceito de grande valia para o profissional do século XXI, pois, diante deste mercado altamente competitivo, repleto de mudanças e incertezas, sua rede de contactos e/ou rede de relacionamentos, pode ser considerada um grande capital, uma vez que contribui para abrir caminhos no momento em que oferece e multiplica as possibilidades advindas das informações e dos conhecimentos das pessoas que fazem parte desta rede, minimizando riscos e maximizando oportunidades no que tange à sua carreira profissional e aos negócios; portanto, o profissional que está atento ao mercado deve preocupar-se em criar condições para montar, manter e expandir sua rede de contactos, demonstrando sempre estar aberto e bem disposto em conhecer novas pessoas, buscando novos relacionamentos, tendo a cautela de trabalhar sua rede de contactos com muita sabedoria, integridade, autenticidade, ética e transparência, cultivando-a e cativando-a, cuidando sempre para que a mesma cresça e fortaleça a cada dia, consolidando assim, em um forte capital social.

    Estamos diante de um novo cenário de mercado, cenário este que com a globalização passou a ser sem fronteiras, onde o ser humano é considerado um grande capital intelectual e o fator sine qua non de sucesso advém dos “relacionamentos”; sendo assim, este próprio cenário, além de “empurrar” o profissional para resgatar o “como viver e trabalhar em equipe” exige também que este profissional seja pró-ativo em meio a tantas mudanças e incertezas, devendo assim, não apenas saber compartilhar informações e conhecimentos, mas somar esforços e forças em prol de objetivos comuns, com muita competência, idoneidade, interesse, dinamismo, simpatia e empatia, devendo também saber trabalhar seu networking (rede de relacionamentos) de forma a fazer conexões no que tange sua vida pessoal, profissional e organizacional; caso contrário, este profissional estará fadado ao fracasso e terá grande probabilidade de naufragar no mercado.

    Nesse contexto, é importante perceber que as pessoas que compõem seu networking se tornarão seus grandes aliados. Buscar o apoio destes integrantes se tornou, além de imprescindível neste cenário cuja competitividade é tamanha e acirrada, um diferencial, uma vez que em meio a inúmeros profissionais bem preparados, especializados, qualificados e competentes, inúmeros currículos chegam às empresas, e estes correm grande risco de serem deletados e/ou engavetados. No entanto, o que faz toda a diferença no momento da contratação e/ou recolocação é a indicação e/ou a recomendação advinda de sua rede de relacionamentos.

    Contudo, sua rede de contactos deverá ser escolhida e construída ao longo de sua carreira profissional; caso contrário, não terá o retorno esperado, quando realizada nos momentos considerados cruciais, conduzindo-o ao desespero. Sendo assim, é de suma importância iniciar já sua rede de contactos. Uma das maneiras mais eficazes de iniciar esta rede é integrando-se a grupos que permitam a você iniciar sua rede de relacionamentos, seja grupo de estudo, de dança, de igreja, grupos da mesma especialidade que a sua, etc. Participe também de encontros como em seminários, congressos, conferências, coquetéis, jantares e outros. Durante esses encontros, é de extrema importância que você tome iniciativas e além de realizar a troca de cartões de visitas e, no momento certo, procurar demonstrar com sutileza seus pontos fortes, bem como suas características e qualidades, para assim, ser lembrado em momento a posteriori.

    Como se nota, nesta caminhada, o profissional deverá ser atencioso e cortês para com todas as pessoas, respondendo em tempo hábil os e-mails recebidos, retornando telefonemas, agradecendo os convites; enfim, o profissional deve perceber que a educação e a simpatia nos dias atuais se tornaram também um diferencial. A isto denomina-se elegância, que obviamente não se resume ao ato de se vestir adequadamente ao momento, mas principalmente ao comportamento e ao caráter da pessoa. Assim, falar e olhar diretamente nos olhos do outro demonstrando interesse, não se vangloriar de dinheiro ou conquistas financeiras, evitar comentários maldosos sobre terceiros, tudo isso é elegante e tem valor inestimável para se construir uma rede de contatos ou networking.

    Nesse sentido, sob o ponto de vista corporativo, é de suma importância que os empreendedores percebam que seu networking é de grande valia também no que tange a vida corporativa, uma vez que sua empresa através desta valiosa ferramenta terá a possibilidade e a oportunidade de obter grandes negócios, alcançar novos mercados, ganhar notoriedade, realizar grandes parcerias, captar recursos humanos talentosos e se prosperar, através das informações, dos conhecimentos e relacionamentos advindos desta mesma rede, o que irá contribuir para impulsionar sua empresa a um crescimento futuro.

    Somados a isso, é importante enfatizar que os profissionais, assim como as empresas que não criarem e/ou não cultivarem seu networking, além de não progredirem, correm sério risco de estagnação, e naturalmente podem ser esmagados pelo mercado, uma vez que toda relação nesta área depende em demasia de tê-la previamente construído.

    Marizete Furbino, com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pela UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora e Professora Universitária na UNIPAC - Vale do Aço.
    Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
    Reprodução autorizada desde que mantida a integridade do texto, mencionando a autora e comunicada sua utilização através do e-mail marizetefurbino@yahoo.com.br

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